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Prefeito Emanuel Pinheiro garante a entrega de mais de 70% da obra de edificação do Mercado Municipal Miguel Sutil

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, informou nesta quinta-feira (11), durante entrevista ao Jornal da Cultura, que 70% das obras de edificação do Mercado Municipal Miguel Sutil serão entregues até o final deste ano. O objetivo é permitir que a população testemunhe a transformação do Centro Histórico. “Este é um projeto que estamos desenvolvendo desde as celebrações dos 300 anos da capital, visando devolver este local que, antigamente, era o único mercado municipal de Cuiabá. Era um local democrático e universal, atendendo a diversos públicos, desde os mais humildes até desembargadores, prefeitos e outras autoridades. Esta área, com mais de 5 mil metros quadrados, se tornará um dos maiores e mais belos centros comerciais e de serviços da capital”, destacou o prefeito. Ele citou ainda que no ato de lançamento, a previsão inicial era de que a primeira parte fosse entregue em dezembro, mas uma série de situações burocráticas atrapalhou o cumprimento da previsão inicial. 

A construção do novo Mercado Municipal Miguel Sutil é um projeto realizado por meio de uma parceria público-privada estabelecida entre a Prefeitura de Cuiabá e o Consórcio C.S. Mobi. A população cuiabana poderá desfrutar de um novo shopping center, com 588 vagas de estacionamento e quase 200 lojas que comercializarão produtos mais refinados. Além disso, haverá prestação de serviços, incluindo consultórios médicos, odontológicos, advocatícios, entre outros, enriquecendo a área e oferecendo um ambiente mais diversificado, com bons restaurantes e bares. “Queremos atrair a juventude para o centro histórico, transformando o mercado municipal em mais uma opção de lazer e entretenimento para os cuiabanos. A revitalização tanto do Mercado Municipal quanto de suas adjacências é uma resposta à necessidade urgente de mudança e investimento, com o propósito de restaurar a grandeza e o orgulho que esta região merece oferecer a Cuiabá”, enfatizou Pinheiro.

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Neste mesmo contexto, o chefe do Executivo Municipal declarou que, nas próximas duas semanas, será finalizada a licitação da Praça Rachid, que também será restaurada. O processo licitatório já está em execução.  “Isso infundirá uma nova vitalidade ao centro histórico, materializada na transformação do Mercado Municipal Miguel Sutil. A preservação do patrimônio cultural de uma cidade é de extrema importância por uma série de razões que abrangem tanto aspectos históricos quanto sociais, econômicos e culturais. A gestão trabalha para garantir a identidade de seu povo, pois a preservação desse patrimônio ajuda os moradores a se conectarem com suas origens e a desenvolverem um senso de pertencimento e orgulho em relação à sua cidade. Estamos falando da memória histórica e o Mercadão é uma forma tangível de preservação, permitindo-nos entender como a cidade evoluiu ao longo do tempo”, concluiu Pinheiro.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Estudantes indígenas conhecem história de Cuiabá em visita ao Complexo Biocultural do Porto

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Quarenta e dois estudantes da Escola Indígena Umutina, de Barra do Bugres, visitaram nesta sexta-feira (29) o Complexo Biocultural do Porto, em Cuiabá, conhecendo o Museu do Rio Cuiabá, o Aquário Municipal e a Orla do Porto. A atividade integrou uma programação educativa voltada à valorização do patrimônio cultural mato-grossense e ao fortalecimento da identidade dos povos originários.

Com idades entre 11 e 17 anos, os alunos participaram da visita acompanhados pelas professoras Eliane Boroponepa Monzilar, da Aldeia Boropó, e Ana Lúcia Calomezoré, da Aldeia Balotipone. O objetivo pedagógico foi conscientizar os estudantes sobre a importância da preservação do patrimônio cultural do Estado e promover reflexões sobre a história e as culturas indígenas.

A visita foi viabilizada pelo projeto Caminhos da Cultura, iniciativa criada em 2019 pelo artista plástico e produtor cultural Vicente Paulo. O projeto tem como proposta ampliar o acesso de estudantes da rede pública, além de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas, a museus, galerias e outros espaços de formação cultural. Desde sua criação, a iniciativa já aproximou mais de 11 mil alunos de equipamentos culturais em Mato Grosso.

“O projeto nasceu para proporcionar esse acesso aos estudantes da rede pública e também às comunidades tradicionais. Hoje estamos contemplando os Umutina, vindos de diferentes comunidades dessa grande nação indígena”, explicou Vicente Paulo.

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No Complexo Biocultural do Porto, os estudantes participaram de um roteiro guiado que apresentou aspectos históricos de Cuiabá por meio do acervo do Museu do Rio e das atrações do Aquário Municipal. A coordenadora pedagógica do Museu do Rio, Luana da Cruz Borema, explicou que o complexo está implantando um novo formato de recepção aos visitantes, com uma apresentação guiada que contextualiza a história da cidade antes da visita aos espaços expositivos.

Segundo ela, a proposta busca tornar a experiência mais educativa e aproximar os visitantes do patrimônio histórico e cultural de Cuiabá.

Para a professora Eliane Boroponepa Monzilar, a atividade representa uma oportunidade de intercâmbio de conhecimentos e de ampliação do repertório cultural dos estudantes.

“Esse projeto proporciona às crianças e aos jovens indígenas a oportunidade de conhecer outros saberes. Muitos deles nunca haviam visitado um museu. É uma troca importante entre o conhecimento do nosso povo e outros conhecimentos culturais, permitindo que compreendam melhor esses espaços e sua importância”, afirmou.

A fala da educadora reforça uma realidade observada em outras ações do Caminhos da Cultura. Em atividades recentes promovidas pelo projeto, estudantes da zona rural e de comunidades tradicionais também tiveram contato pela primeira vez com museus e espaços históricos da capital, vivenciando experiências que ampliam o aprendizado para além da sala de aula.

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A turismóloga Silvana Maria de Morais Abdala destacou o interesse demonstrado pelo grupo durante toda a visita. Segundo ela, as fotografias históricas e a maquete expostas no museu despertaram grande curiosidade entre as crianças e os adolescentes.

“Foi gratificante perceber o interesse deles em conhecer a história de Cuiabá e compreender melhor o espaço. As crianças, principalmente, demonstraram muita atenção e curiosidade durante toda a visita”, relatou a servidora, que atua há 18 anos na área do turismo.

Além do Complexo Biocultural do Porto, o roteiro dos estudantes incluiu visitas ao Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (MISC), à Galeria Lava Pés e ao Museu de História Natural de Mato Grosso, consolidando um dia de atividades voltadas ao conhecimento, à cultura e à formação cidadã.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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