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Prefeito e primeira-dama pautam ações para crianças com problemas de visão

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini e a primeira-dama, Samantha Iris, defenderam na terça-feira (22) que o município capacite profissionais da educação infantil para identificar alunos com problemas de visão.

“Vamos buscar uma parceria para melhorar o atendimento às crianças e também aos servidores por meio de apoio dos núcleos de saúde. O diagnóstico precoce de problemas na visão permite ao educador a oportunidade de incluí-la socialmente no.ambiente escolar e até a preparação do material didático”, destacou Brunini.

Abilio foi um dos participantes do 1º Workshop sobre Saúde Ocular para Gestores Escolares. Marcaram presença mais de 100 professores e coordenadores de unidades escolares.

O evento foi realizado em conjunto pela Prefeitura de Cuiabá com a UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso) na noite de terça-feira (22) no Centro de Formação da Escola Cuiabana.

A vereadora e primeira dama de Cuiabá, Samantha Iris, ressaltou que se trata do primeiro evento realizado após a realização de uma lei de sua autoria destinada a conscientização sobre doenças oculares e prevenção da cegueira.

“A ideia é que a cada ano tenhamos eventos desta natureza. Discutir e formular políticas públicas de inclusão às crianças que tenham problemas de visão. O projeto é fortalecer a inclusão, garantir o mesmo nível de aprendizagem na leitura de Matemática, Português e outras disciplinas”, enfatizou a primeira dama.

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Também vereadora da capital, Samantha é autora da lei que institui a “Semana da Conscientização sobre as Doenças Oculares” no calendário oficial das escolas municipais. A legislação promove informações sobre saúde ocular e incentivar o diagnóstico precoce de problemas visuais em crianças.

A secretaria adjunta de Educação, Jéssica Nayara agradeceu a participação dos professores e coordenados da rede municipal de ensino. “É de extrema importância este debate porque a saúde ocular é fundamental para aprendizagem das crianças. É um compromisso da educação avançar com este tema”.

A professora Luciana Dorileo, coordenadora da escola professora Elza Luiza Esteves, destacou a importância social e pedagógico do evento. “Hoje, as crianças estão mais atreladas as telas de celulares do que os livros. Quando chega em casa, os pais não sabem das dificuldades de leitura de letras. Nós estamos conscientizando os pais a respeito do uso das tecnologias e seguir trabalhando pelas políticas de inclusão”, afirma.

Organização

O workshop contou com palestras de especialistas como a oftalmologista Ana Luiza Rodrigues Silva, que abordou sobre a acuidade visual dos estudantes da capital, e o professor e médico Jair Giampani Junior, que falou sobre formas de prevenção. Claudia Celina Siqueira, presidente do Instituto Lions da Visão, também participou e destacou as ações da entidade em parceria com a UFMT.

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A programação da Semana da Conscientização prevê atividades em todas as unidades da rede, com triagens, encaminhamentos e palestras educativas.

Histórico

As doenças oftalmológicas mais comuns na infância podem passar despercebidas se depender exclusivamente da reclamação da criança. Isso porque, em determinadas idades, ela ainda não sabe definir se há um incômodo verdadeiro acontecendo com ele.

Além disso, alguns problemas oculares podem se manifestar em sintomas que não estão relacionados aos olhos, como dores de cabeça.

As 8 doenças oftalmológicas mais comuns em crianças, são elas:

Estrabismo;

Miopia;

Hipermetropia;

Retinoblastoma;

Ambliopia;

Catarata congênita;

Lacrimejamento em excesso e alergias

#PraCegoVer

A matéria é ilustrada com a foto do prefeito Abilio Brunini, vestido de camisa cinza e calça preta, acompanhado da vereadora e primeira dama Samantha Iris, que veste blusa rosa e saia preta. Juntas, estão outras mulheres que participaram do Workshop sobre Saúde Ocular.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Festival da Pamonha mantém grande público e impulsiona economia na comunidade Rio dos Peixes

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O penúltimo dia do 7º Festival da Pamonha da comunidade de Rio dos Peixes confirmou o impacto que o evento vem gerando na economia local e na valorização da cultura regional, reunindo milhares de visitantes e mantendo aquecida a cadeia produtiva do milho, principal base da festa. Com estimativa de até 5 mil pessoas por dia e o processamento de cerca de 40 toneladas ao longo da programação, o festival segue consolidado como uma vitrine para pequenos produtores e trabalhadores da região.

Neste terceiro dia, o movimento nas barracas reforçou o papel do evento como fonte de renda para dezenas de famílias. A estrutura ampliada e mais organizada foi percebida tanto por comerciantes quanto pelo público. A divisão dos espaços, separando pamonhas, lanches e doces, facilitou a circulação e melhorou a experiência de quem visita.

O secretário municipal de Agricultura, Vicente Falcão, avaliou o momento como positivo e destacou que o festival vem superando as expectativas em público e consumo. Segundo ele, o evento já ultrapassa o caráter local e ganha relevância estadual e até nacional, atraindo visitantes de diferentes regiões. “Os participantes são 100% moradores e pequenos produtores da comunidade, o que reforça o impacto direto na geração de renda”, pontuou.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fellipe Correa, destacou o papel estratégico do festival para o fortalecimento da economia local. “Além de gerar renda e valorizar a tradição, o Festival da Pamonha reforça a dimensão territorial e turística de Cuiabá, que se estende pela Estrada da Chapada até o Portão do Inferno. Toda essa região, incluindo os balneários e a comunidade de Rio dos Peixes, integra um circuito importante para o turismo da capital. Nesse contexto, o festival se consolida como uma referência do turismo gastronômico cuiabano”, afirmou.

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Entre os expositores, a percepção também é de crescimento. O comerciante Rudnei dos Santos, que participa há quatro edições, classificou o dia como produtivo e destacou a organização como um dos diferenciais deste ano. Ele acredita que o fluxo ainda aumenta ao longo do dia e reforça que o festival é resultado de um trabalho coletivo. “A gente percebe que o público chega já sabendo onde encontrar o que quer, isso facilita muito”, afirmou. Experiente, ele também participa do concurso da melhor pamonha e atribui o sucesso ao cuidado com o preparo: “O segredo é fazer com amor”.

Para o público, a experiência vai além da gastronomia. O advogado Lucas Veloso, morador de Várzea Grande, retornou ao festival pela segunda vez e notou avanços na estrutura. “Eu já esperava algo bom, mas vi melhorias, principalmente na organização e na estrutura para comerciantes e visitantes. Isso incentiva a gente a voltar”, disse. Ele destacou ainda o interesse pelas apresentações culturais e a diversidade de sabores disponíveis.

A variedade, aliás, é um dos pontos mais comentados. De receitas tradicionais a versões mais criativas, como pamonha de pizza ou combinações com jiló e linguiça, o cardápio chama a atenção de quem chega. O professor Cláudio Vaz de Araújo, que conheceu o evento pela primeira vez durante uma viagem, elogiou tanto o sabor quanto a organização. “É fácil circular, escolher e experimentar. Dá vontade de voltar”, afirmou.

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Apesar da avaliação positiva, algumas observações surgem como sugestões para as próximas edições. A conectividade foi um dos pontos citados por visitantes e comerciantes. A dificuldade de acesso à internet no local impacta principalmente pagamentos via Pix e a divulgação em tempo real nas redes sociais. O próprio secretário reconheceu a limitação, explicando que a alta demanda, com mais de 700 acessos simultâneos, sobrecarregou o sistema disponível. A prefeitura, segundo ele, já estuda melhorias para o próximo ano.

Outras sugestões envolvem aspectos pontuais da experiência gastronômica, como a manutenção da temperatura e frescor das pamonhas em determinados momentos de maior fluxo, sem comprometer a avaliação geral, que segue positiva.

Além da alimentação, o festival também conta com suporte na área da saúde. Equipes da Unidade de Saúde de Rio dos Peixes oferecem vacinação, atendimento odontológico, aferição de pressão arterial e testes de glicemia, sob coordenação da gerente Magda Oliveira. Paralelamente, socorristas e profissionais de enfermagem, coordenados pelo bombeiro civil Anderjan Santana, atuam com atendimentos emergenciais e serviços básicos, garantindo mais segurança ao público.

A programação segue até esta terça-feira (21), feriado de Tiradentes, quando será anunciado o resultado do Concurso da Melhor Pamonha. A expectativa é de que o último dia mantenha o alto fluxo de visitantes, encerrando mais uma edição marcada pela integração entre cultura, produção local e geração de renda.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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