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Colaboradores de serviços urbanos recebem salários nesta terça-feira (7); pagamento foi viabilizado após reunião entre prefeito Abilio Brunini e Locar

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Cumprindo os acordos firmados, a Locar Saneamento Ambiental, empresa responsável pela coleta de lixo em Cuiabá, realizou nesta terça-feira (7) o pagamento dos salários dos colaboradores de serviços urbanos. A quitação respeita o prazo estabelecido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que determina o pagamento até o quinto dia útil do mês subsequente ao vencido, conforme a Lei nº 7.855, de 24 de outubro de 1989.

De acordo com o presidente da Locar, Carlos Buarque, o pagamento foi possível graças a uma reunião com o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, na qual foi garantido que os repasses realizados pela Prefeitura ocorreriam de forma regular e transparente, seguindo as diretrizes contratuais. “Conseguimos pagar toda a nossa folha de pagamento e os encargos trabalhistas graças à garantia dada pelo prefeito Abilio de que os repasses seriam feitos de forma regular, sem atrasos”, destacou o presidente.

Entre as medidas acordadas, estão a adequação dos mapas e rotas de coleta, além da disponibilização de acesso aos sistemas de rastreamento dos caminhões, que permitem o monitoramento em tempo real das rotas realizadas.

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“O compromisso da Prefeitura de Cuiabá é com a transparência e a regularidade dos serviços prestados à população. Estamos trabalhando em conjunto para garantir que o cidadão cuiabano receba serviços urbanos de qualidade, sempre respeitando os acordos firmados e as normas que regem o setor”, explicou o secretário de Obras Públicas, Reginaldo Teixeira.

Atualmente, Cuiabá gera cerca de 500 toneladas de lixo doméstico por dia, sendo que a região central da cidade é responsável por aproximadamente 70 toneladas desse volume.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura remove edificações desocupadas em área de nascentes após recomendações do Ministério Público

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A Prefeitura de Cuiabá realizou, na manhã desta quinta-feira (27), uma nova ação de fiscalização e remoção de edificações irregulares no Loteamento Residencial Ilza Terezinha Picoli Pagot e entorno. A atuação ocorre em cumprimento a recomendações e notificações do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), que orientam o poder público a exercer seu papel constitucional e legal na proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da segurança da população.

Durante a operação, realizada de forma coordenada pela Secretaria de Ordem Pública, com apoio da Polícia Militar e demais órgãos envolvidos, cerca de oito edificações desocupadas foram demolidas. As estruturas eram de alvenaria, muros e obras ainda em construção. Conforme levantamento realizado pelos órgãos municipais, não havia moradores nos imóveis no momento da intervenção. Nenhuma família foi retirada de residência habitada.

A área possui nascentes e características de área úmida, com presença de minas d’água, além de solo arenoso e suscetível a processos erosivos e alagamentos. O local está inserido em área de preservação permanente (APP), que possui legislação específica e restritiva justamente para garantir a proteção dos recursos hídricos e das nascentes.

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Laudo elaborado pela Defesa Civil Municipal também classificou a região como de alto risco hidrológico. Segundo os estudos técnicos, as condições do terreno podem provocar erosões, alagamentos e comprometer a segurança de edificações instaladas no local. Por se tratar de área ambientalmente protegida e de risco, a ocupação também apresenta restrições para eventual regularização fundiária.

Ao comentar a atuação, o prefeito Abílio Brunini reforçou que o Município não apoia novas ocupações irregulares e que a Prefeitura está cumprindo determinações e orientações dos órgãos de controle e do sistema de Justiça. “Não invadam área pública, privada, área de proteção permanente, área de praça, qualquer equipamento público ou privado. Se invadir, infelizmente, teremos de agir para proteger o direito à propriedade e o bem público”, afirmou.

O prefeito também destacou que a fiscalização não tem como objetivo retirar famílias de imóveis habitados sem o devido atendimento. “Se tivesse alguma família dentro, ela teria o apoio”, afirmou, ao explicar que as estruturas demolidas durante a ação foram previamente verificadas e estavam desocupadas.

A Prefeitura ressalta que o combate às ocupações irregulares ocorre especialmente em áreas públicas, propriedades privadas e locais ambientalmente protegidos, em atendimento às recomendações e notificações do Ministério Público e às determinações judiciais. A legislação estabelece proteção especial para áreas de nascentes e APPs, restringindo intervenções que possam causar degradação ambiental.

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Nos casos em que houver famílias em situação de vulnerabilidade eventualmente afetadas por ações de desocupação, o Município prevê atendimento individualizado por meio do Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), com participação das secretarias de Assistência Social e Habitação e encaminhamento à rede de proteção social.

A medida reforça a atuação integrada do poder público para impedir novas ocupações em áreas ambientalmente protegidas e de risco, preservar as nascentes e garantir o cumprimento das normas ambientais, urbanísticas e das orientações dos órgãos de controle.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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