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Conselho Municipal da Juventude de Sorriso (Comjuv) realiza primeira reunião e define nova diretoria

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Conselho Municipal da Juventude de Sorriso (Comjuv) realiza primeira reunião ordinária com 100% de participação dos membros, foi definida a diretoria e posse do Conselho e apresentação de membros ao poder executivo.

O Conselho Municipal da Juventude de Sorriso (Comjuv), composto por representantes da sociedade civil e do poder público, com reconhecida atuação na defesa e promoção dos direitos da juventude, realizou na manhã de quarta-feira (19), a primeira reunião ordinária para apresentação dos novos membros do conselho ao prefeito, primeira-dama e vice, além da eleição e posse da diretoria para o período de 2024/2025.

Um dos pontos principais da reunião foi a eleição da diretoria do Conselho, que terá como presidente a servidora da Secretaria Municipal de Assistência Social Ludmilla Goffi Carnazella, e como vice-presidente a servidora da Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Juventude Maiara Parisoto.

Já como primeiro secretário foi indicado o nome de Victor da Silva Rodrigues, representante do Conselho de Pastores, e como segundo secretário Tony de Souza Neves, servidor da Secretaria de Administração. A tesoureira geral será Ludimila Silva Mendes, do Rotaract Club, e o segundo tesoureiro será o servidor da Câmara Municipal Fábio Dadalt Pedrotti.

Reforçando a representatividade do conselho para a sociedade, o prefeito Ari Genésio Lafin destacou que há muito trabalho a ser feito. “Eu acredito muito em nossos jovens e fico muito feliz pela reativação do Conselho. Vocês terão que trabalhar bastante para identificar as reais necessidades da juventude sorrisense e realizarem um bom trabalho”, pontuou ele ao reforçar as palavras da primeira-dama, Jucélia Ferro, sobre a importância da participação do Comjuv nos projetos municipais existentes. “Eu recomendo fortemente que vocês entendam o que já existe dentro de cada secretaria para este setor”, acrescentou o prefeito.

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De forma geral, os novos eleitos se mostraram entusiasmados e cheios de energia. “A reativação do Comjuv é um passo importante para a juventude de Sorriso, era a voz que estava faltando para que nossa cidade continue crescendo”, disse a tesoureira geral Ludimila Silva Mendes. “Tendo em vista a influência dos jovens e o poder de mudança que possuem, nosso trabalho será fundamental para a construção do futuro de Sorriso”, salientou a vice-presidente Maiara Parisoto.

A presidente Ludmilla Goffi Carnazella concorda com suas colegas sobre a importância da atuação do conselho para os jovens. “O desenvolvimento de políticas públicas voltadas para o nosso público-alvo, que são os jovens, e a visibilidade aos projetos já existentes se tornam imprescindíveis, uma vez que é essencial que a juventude tenha oportunidade e conhecimento em diversas áreas”, disse.

De acordo com o diretor de departamento da Semcultj, Junior Betanin, a reunião foi muito produtiva. “Nos próximos encontros discutiremos sobre as pautas de aprovação do regimento interno, o estudo da criação do Fundo Municipal da Juventude, para que o conselho tenha mais autonomia e seja mais atuante, e a realização da próxima Conferência da Juventude”, explicou.

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O gestor da pasta, Salles Fernandes, também se mostrou satisfeito com as novas definições do Comjuv. “Agora, com a diretoria formada, podemos desenvolver ações mais concretas. A participação ativa da sociedade, através do conselho, nos ajuda a formular políticas públicas assertivas, e a infância e a juventude são nossas prioridades”, enfatizou o secretário.

Lei n° 3.516

No dia 9 de abril de 2024, o prefeito do município de Sorriso, Ari Genésio Lafin, sancionou a nova Lei n° 3.516, de 05 de abril de 2024, que altera a Lei nº 606, de 21 de outubro de 1997. O texto, aprovado na íntegra pelos vereadores, prevê a redução do número de representantes da sociedade civil organizada que irá compor o Conselho Municipal da Juventude (Comjuv) e mantém a idade dos conselheiros na faixa etária entre 15 a 29 anos.

Representantes da sociedade civil organizada

I. Prefeitura Municipal de Sorriso

II. Câmara Municipal de Sorriso

III. Léo Club

IV. Rotaract

V. Secretaria Municipal de Assistência Social

VI. Secretaria Municipal de Educação

VII. Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Juventude

VIII. Secretaria Municipal de Esportes e Lazer

IX. Dois representantes dos jovens evangélicos, indicados pelo Conselho dos Pastores de Sorriso

X. Dois representantes do Grupo de Jovens da Igreja Católica

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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