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Prefeitura reforça proibição de queimadas e alerta para aplicação de multas em Várzea Grande

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Com o período de estiagem e o aumento do risco de incêndios, a Prefeitura de Várzea Grande reforça a orientação para que os moradores não utilizem fogo para limpar terrenos, eliminar lixo ou queimar vegetação. A prática é proibida no município e pode resultar em multa.

A orientação faz parte da campanha “VG Sem Queimadas”, realizada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. A iniciativa amplia as ações de prevenção, fiscalização e conscientização durante o período de maior risco de incêndios, entre agosto e outubro.

A Lei Municipal nº 4.515/2019 proíbe a realização de queimadas em vias públicas e dentro de imóveis públicos ou particulares, tanto na área urbana quanto na zona rural de Várzea Grande. O Decreto Federal nº 6.514/2008 também estabelece penalidades. O artigo 58-A prevê punição para quem provocar incêndio em floresta ou qualquer forma de vegetação nativa. Já o artigo 62, inciso XI, estabelece penalidade para quem queimar resíduos sólidos ou rejeitos a céu aberto ou em recipientes, instalações e equipamentos não licenciados para a atividade.

Quem colocar fogo pode ser multado

De acordo com a orientação jurídica, quem for flagrado colocando fogo poderá ser autuado mesmo que o terreno não seja de sua propriedade. Para a responsabilização, a fiscalização deve contar com o flagrante ou com provas concretas que demonstrem a autoria da queimada.

“O valor da multa varia conforme a natureza da infração. Nos casos de lixo, resíduos sólidos ou rejeitos queimados a céu aberto, a legislação federal prevê multas que podem variar de R$ 5 mil a R$ 50 milhões. Já nos casos de incêndio provocado em vegetação nativa, a multa prevista é de R$ 10 mil por hectare ou fração”, alerta o secretário da pasta, Ricardo Amorim.

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Proprietário também pode ser responsabilizado

O proprietário ou possuidor do imóvel também poderá ser responsabilizado quando a fiscalização constatar omissão na conservação do terreno ou falta de medidas para impedir ou conter a propagação do fogo.

“É necessário que seja identificada a relação entre a omissão e a ocorrência da queimada. Caso o proprietário demonstre que tomou providências para evitar ou combater o incêndio, essas informações deverão ser consideradas durante a fiscalização. Entre as medidas que podem comprovar a tentativa de prevenção ou combate estão o acionamento do Corpo de Bombeiros, o registro de boletim de ocorrência e a comunicação aos órgãos competentes”, explica o gestor.

A legislação municipal também prevê penalidade para quem deixar de prevenir ou impedir que terceiros realizem queimadas dentro de sua propriedade.

Prefeitura reforça estrutura de combate

Segundo o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, a parceria com o Corpo de Bombeiros prevê o reforço da estrutura de atendimento às ocorrências.

“O termo de cooperação técnica pode ser estendido até o início de novembro, caso a falta de chuvas persista. O Município disponibiliza três veículos para auxiliar as equipes do Corpo de Bombeiros nas ocorrências, sendo duas caminhonetes equipadas com bombas de jato de água e um caminhão-pipa com capacidade para 20 mil litros de água”, explicou.

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A campanha “VG Sem Queimadas” busca reduzir as ocorrências durante o período de estiagem e orientar a população sobre os riscos ambientais e as consequências legais da utilização do fogo.

“Orientamos ainda aos proprietários que mantenham os terrenos limpos e adotem medidas para evitar a propagação das chamas. Em caso de incêndio, a recomendação é acionar o Corpo de Bombeiros e comunicar os órgãos responsáveis. O cidadão autuado tem direito de apresentar defesa administrativa dentro dos prazos previstos em lei, com garantia do contraditório e da ampla defesa”, pontua Amorim.

Denúncias

As denúncias podem ser feitas pelo WhatsApp da Fiscalização Ambiental, pelo número (65) 98464-7809, inclusive com o envio da localização de possíveis focos de incêndio. As ocorrências também podem ser comunicadas diretamente ao Corpo de Bombeiros Militar, pelo 193, com atendimento 24 horas por meio do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOSP).

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Prefeitura mantém apoio à agricultura familiar com entrega de insumos e logística

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, reforçou nesta semana o apoio aos produtores da agricultura familiar com ações de logística, transporte de insumos e equipamentos, além da entrega de suplementação alimentar para animais durante o período de estiagem.

Entre as ações, foram transportadas 10 toneladas de calcário dolomítico para a Associação Aprovar, na comunidade do Formigueiro. O insumo será utilizado na correção e preparação do solo para o cultivo de melancia, mandioca, pimenta-de-cheiro, jiló e berinjela, produtos destinados ao atendimento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Segundo o coordenador de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Leandro Silva, o suporte logístico é uma forma de facilitar o trabalho dos pequenos produtores e contribuir para o aumento da produção.

“Nosso trabalho é dar esse suporte ao produtor, garantindo o transporte dos insumos e também a disponibilidade dos equipamentos necessários para o preparo do solo e o desenvolvimento da produção”, explicou.

A equipe também realizou o transporte e a rotação de equipamentos entre diferentes comunidades, incluindo trator, arado e caminhão, permitindo que as máquinas sejam utilizadas por mais produtores conforme a necessidade de cada localidade.

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Outra ação realizada nesta semana foi a entrega de casquinha de soja para suplementação alimentar de animais. Quatro produtores da região do Sadia 3 foram atendidos. A casquinha de soja é um subproduto do processamento da soja e possui valor nutricional, sendo utilizada na alimentação dos animais, especialmente durante o período de estiagem, quando há redução na oferta de pastagem.

Para o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, as ações fazem parte de uma política de apoio contínuo à agricultura familiar.

“A logística é fundamental para o pequeno produtor. Muitas vezes, ele tem o insumo ou precisa utilizar um equipamento, mas não possui condições de fazer o transporte. A Prefeitura entra justamente para garantir esse suporte e fortalecer a produção rural de Várzea Grande”, afirmou.

As atividades contam ainda com a participação dos técnicos do escritório local da Empaer, que acompanham e prestam assistência técnica aos produtores.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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