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Prefeitura de Várzea Grande inicia obras de drenagem na Rua Mariano de Campos Maia, no bairro Alameda

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A Prefeitura de Várzea Grande deu início, na manhã desta quarta-feira (4), às obras de instalação de aduelas celulares de concreto na Rua Mariano de Campos Maia, no bairro Alameda. A intervenção marca o começo da execução do projeto de reestruturação do sistema de drenagem da região, aguardado pela comunidade e voltado à solução de problemas históricos de alagamentos.

O trecho será interditado e devidamente sinalizado para garantir a segurança de motoristas e pedestres. O prazo estimado para execução dos serviços é de 45 dias, podendo ser prorrogado conforme as condições climáticas.

As vias alternativas indicadas para o tráfego são:

Avenida Alameda Júlio Muller

Rua Tulipas

Este é o primeiro ponto de execução do projeto, que tem como objetivo melhorar o escoamento das águas dos córregos da região, atualmente insuficientes para suportar o volume e o fluxo, especialmente durante períodos de chuvas intensas.

Antes do início dos trabalhos, a equipe técnica da Prefeitura realizou vistoria no local para alinhar os detalhes operacionais da obra, principalmente quanto à interdição da via e à organização do fluxo de veículos. A intervenção prevê a implantação de drenagem superficial com aduelas celulares de concreto medindo 2,00m x 2,00m, construção de bueiro duplo, recomposição do pavimento e limpeza completa da rede de drenagem. A ação é considerada fundamental para ampliar a capacidade de escoamento das águas pluviais e reduzir os transtornos causados pelos alagamentos recorrentes.

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A Prefeitura reforça que equipes de trânsito acompanharão o andamento da obra para minimizar impactos e garantir a segurança viária. A orientação é para que condutores respeitem a sinalização e utilizem as rotas alternativas durante o período de interdição.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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