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Prazo para inscrição no Conselho da Mulher de Várzea Grande termina amanhã

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Entidades da sociedade civil têm até 17 de março para disputar seis vagas no CMDM; eleição será realizada no dia 26 de março.

Entidades da sociedade civil que atuam na defesa e promoção dos direitos das mulheres em Várzea Grande têm até esta terça-feira, 17 de março, para se inscrever no processo que irá escolher representantes para compor o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM-VG) no biênio 2026-2028. Ao todo, estão disponíveis seis vagas destinadas a instituições não governamentais.

O prazo é improrrogável, e a Prefeitura de Várzea Grande por meio da Secretaria de Assistência Social convida, para que as entidades participem do processo e contribuam com a formulação e fiscalização de políticas públicas voltadas às mulheres no município.

Para participar, as entidades devem protocolar toda a documentação em envelope lacrado até o dia 17 de março, das 8h às 17h, na sede da Secretaria Municipal de Assistência Social, localizada na Avenida Castelo Branco, no Centro Sul.

Não serão aceitas inscrições fora do prazo ou com documentação incompleta. Entre os documentos exigidos da entidade estão: Ofício de indicação das representantes (titular e suplente); Estatuto social registrado; Ata de eleição da diretoria atual; Cartão do CNPJ; Comprovante de endereço da instituição.

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As representantes indicadas também devem apresentar cópias do RG e CPF, além de certidões negativas cíveis e criminais da Justiça Estadual e da Justiça Federal. A ausência de qualquer documento pode resultar na não homologação da candidatura.

Cronograma do processo eleitoral – Após o encerramento das inscrições, o processo seguirá com as próximas etapas:

19 de março – Publicação da lista de candidaturas homologadas;

20 e 21 de março – Prazo para interposição de recursos;

26 de março – Realização da eleição.

A votação ocorrerá no dia 26 de março, às 16h, no auditório do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), localizado na Avenida Castelo Branco, no bairro Água Limpa, em Várzea Grande. O processo será presencial e poderão votar as entidades previamente habilitadas.

Caso o número de candidaturas seja igual ao número de vagas disponíveis, a eleição poderá ocorrer por aclamação.

A presidente do conselho, Alexandrina Esquivel, destaca que a participação das entidades é fundamental para fortalecer o controle social e ampliar a rede de proteção às mulheres no município. Segundo ela, o conselho funciona como um espaço estratégico de debate, fiscalização e construção de políticas públicas voltadas à promoção dos direitos das mulheres, especialmente em áreas sensíveis como assistência social, saúde e enfrentamento à violência doméstica.

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O processo eleitoral será conduzido por Comissão Eleitoral, instituída por meio da Resolução nº 002/2026, composta por servidoras efetivas.

A Resolução nº 002/2026 e o Edital nº 01/2026/CMDM, com todas as regras e exigências do processo, foram publicados no Diário Oficial Eletrônico de Várzea Grande no dia 16 de fevereiro (edição nº 442) e podem ser consultados no site oficial do município.

A orientação da administração municipal é que as entidades interessadas não deixem para a última hora, já que o prazo final para inscrição termina amanhã, 17 de março.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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