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Mostra cultural sobre a Semana do Migrante amplia conhecimento e valoriza a diversidade entre estudantes

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A Semana do Migrante, celebrada entre os dias 19 e 23 de junho, motivou os estudantes das séries finais da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Manoel Corrêa de Almeida a participarem de uma mostra cultural voltada à valorização da diversidade. A iniciativa teve como objetivo ampliar o conhecimento sobre diferentes povos, culturas e tradições, além de fortalecer valores como respeito, acolhimento e inclusão de pessoas que deixaram sua terra natal em busca de novas perspectivas de vida.

Cada turma ficou responsável por pesquisar e representar um país, desenvolvendo estudos sobre aspectos culturais, culinária, pontos turísticos, hino nacional, jogos, músicas, costumes e outras características que identificam cada nação. Os alunos do 7º ano, das turmas A, B e C, pesquisaram sobre África, China e Índia. Já os estudantes do 8º ano abordaram os Estados Unidos e o Brasil, enquanto os alunos do 9º ano apresentaram trabalhos sobre México e Venezuela.

Os estudantes dos 6º anos A e B também participaram da proposta, elaborando relatórios sobre os países apresentados durante a mostra e registrando suas percepções acerca das diferentes culturas conhecidas ao longo da atividade.

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A diretora da unidade escolar, Ivani Silva Costa, destacou que o trabalho em equipe foi essencial para o sucesso da mostra cultural.

“Os estudantes organizaram estandes temáticos, exposições e apresentações com recursos audiovisuais. A mostra evidenciou o protagonismo estudantil, que não mediu esforços para a conclusão de cada tarefa. O acompanhamento pedagógico das coordenadoras Ana Elise Andrade da Silva e Greice Maria de Araújo Bezerra, além do articulador do Programa ETA, Diogo Douglas da Silva, foi fundamental na elaboração de cada trabalho desenvolvido”, afirmou.

Ivani também ressaltou o compromisso da comunidade escolar com uma educação voltada à valorização da diversidade cultural, fortalecendo o respeito às diferentes identidades e contribuindo para a formação cidadã dos estudantes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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CIDADES

Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

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Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

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A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

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A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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