Lucas do Rio Verde

2ª edição do Desafio Supere-se é concluída com participação de 659 atletas

Publicado em

Atletas de Lucas do Rio Verde e toda a região enfrentaram chuva e o cansaço durante as 48 horas de prova do Desafio Supere-se. A disputa teve início às 12h da sexta-feira (05) e término no domingo (07), às 12h. Ao todo, foram 659 inscritos e movimentação intensa nos dois de prova. Foram percorridos 16.018 km entre corrida, caminhada e ciclismo.

Teve quem se desafiou nos 10, 20, 50, 100, 200 e 500 km ou até maiores distâncias. O prefeito Miguel Vaz esteve presente no evento e ressaltou o apoio da administração para eventos como este e que atraem a população.

“É uma grande satisfação ver a população engajada no esporte, com milhares de pessoas participando de várias modalidades esportivas. A Prefeitura tem colocado a disposição toda a infraestrutura e o apoio necessário para que os atletas estejam bem com segurança e protegidos. Toda estrutura é colocada a disposição dos atletas para que eles possam dar o melhor de si neste Supere-se”, disse o prefeito Miguel Vaz.

Um dos competidores do desafio é o atleta Ronaldo Ribeiro, que teve como meta 1000 km. O competidor falou sobre o incentivo que o Município tem dado a prática esportiva e em especial às provas de maior impacto.

Leia Também:  Nota de Pesar: Prefeitura de Lucas do Rio Verde presta condolências aos familiares e amigos de Dilla Mattiuzzi Pivetta

“Eu vejo esta prova de uma forma muito boa, principalmente pelo incentivo que nós temos do Município, através da Secretaria de Esporte e Lazer, em fazer um evento como esse. Não é fácil, são 48 horas, dois dias, precisa de uma estrutura imensa. Ano que vem vou fazer uma grande prova, então o Supere-se com mil quilômetros vai ser uma base muito boa e não conseguiria sem essa estrutura. É gratificante morar e poder ter essas oportunidades aqui em Lucas do Rio Verde”.

A Sônia Silva, foi a primeira mulher a participar da prova ainda na sexta-feira. O desafio pessoal dela era fazer de 20 a 50 km de ciclismo. “É a primeira vez que eu participo, então a expectativa é grande, para conseguir completar o percurso”, completou.

No segundo ano do Desafio Supere-se, o evento teve um crescimento em número de participantes e modalidades ofertadas em relação ao ano anterior, conforme o Secretário de Esporte e Lazer, André Matto. “No passado a gente iniciou com o ciclismo, deu 186 pessoas. E esse ano a gente colocou mais duas modalidades, a caminhada e a corrida, e nos surpreendeu o número de participantes”, acrescentou.

Leia Também:  Equipe de T.I da Prefeitura visita órgãos do Governo do Estado para conhecer sistemas e infraestrutura em tecnologia

André ressaltou o crescimento da procura da comunidade por atividades esportivas como ciclismo e corridas. “A gente começou as corridas em 2021, o pessoal vem participando de forma ativa em todas elas. Temos pessoas que já estão disputando grandes campeonatos fora da nossa cidade, então a gente não pode parar também, tem que dar oportunidade para que essas pessoas que evoluíram, continuem a evoluir. Então a ideia do Supere-se é isso mesmo, você superar seus limites, bater suas próprias metas, ou tentar melhorar seu condicionamento físico através de uma grande prova como essa”, finalizou André.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

Advertisement

Lucas do Rio Verde

Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

Published

on

A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

Leia Também:  Equipe de T.I da Prefeitura visita órgãos do Governo do Estado para conhecer sistemas e infraestrutura em tecnologia

Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

Leia Também:  Lucas do Rio Verde apresenta cinco projetos na Mostra do Cosems MT

O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA