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Estudantes de Engenharia de Transportes da UFMT realizam visita técnica à Mobilidade Urbana de Várzea Grande

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Os estudantes do curso de Engenharia de Transportes da Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Mato Grosso realizaram, nesta terça-feira (28), uma visita técnica à Coordenadoria de Mobilidade Urbana da Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana de Várzea Grande.

A atividade integrou a disciplina Introdução à Engenharia de Transportes, ministrada pela professora Fabiani Dalla Rosa Barbosa, e teve como objetivo apresentar aos acadêmicos a estrutura administrativa e operacional do setor responsável pelo trânsito e pela mobilidade urbana no Município.

Durante a programação, os estudantes conheceram a central de monitoramento da secretaria, a infraestrutura utilizada no planejamento viário, os sistemas empregados no acompanhamento do trânsito e as principais ações executadas pela equipe técnica para melhorar a circulação de veículos e pedestres na cidade.

O coordenador de Mobilidade Urbana, Cidomar Arruda, destacou a importância da aproximação entre a gestão pública e o meio acadêmico.

“Receber os estudantes é uma oportunidade de apresentar como funciona o trabalho técnico desenvolvido pela secretaria e, ao mesmo tempo, abrir espaço para novas ideias e propostas que possam contribuir com a melhoria da mobilidade urbana de Várzea Grande”, afirmou.

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O secretário municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton, ressaltou que iniciativas como essa fortalecem o planejamento da cidade.

“A universidade tem papel fundamental na formação de profissionais e na produção de conhecimento. Essa parceria permite que os alunos conheçam os desafios reais da gestão pública e também contribuam com soluções inovadoras para o trânsito e a mobilidade urbana”, disse.

Representando os acadêmicos, os estudantes avaliaram a visita como uma experiência enriquecedora, por permitir contato direto com a realidade do setor público e ampliar a compreensão sobre a aplicação prática dos conteúdos estudados em sala de aula, especialmente nas áreas de planejamento viário, engenharia de tráfego e gestão da mobilidade.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

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Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

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A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

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A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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