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Centro de Convivência Vovô Zeid fortalece autonomia e transforma a vida de idosos em Várzea Grande

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O Centro de Convivência Vovô Zeid realiza diariamente diversas atividades voltadas aos 173 idosos atendidos pela unidade. Conforme a gerente do espaço, Leda Márcia, são oferecidas oficinas socioeducativas, culturais e de convivência, com foco na promoção do envelhecimento ativo, da inclusão social e da qualidade de vida.

Nesta terça-feira (22), os participantes realizaram exercícios laborais e de alongamento, além de oficinas de música e canto, pintura em tela, corte e costura, aulas de pilates e outras atividades que estimulam o bem-estar físico, mental e social.

O Centro de Convivência atende pessoas com 60 anos ou mais, inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) e com Número de Identificação Social (NIS). O serviço é gratuito e tem como objetivo prevenir situações de vulnerabilidade social, reduzir o isolamento e fortalecer os vínculos familiares e comunitários.

Além das atividades, o espaço oferece café da manhã, almoço e lanche da tarde aos participantes. Em média, são servidas cerca de 200 refeições diariamente.

“Aqui também orientamos os idosos sobre seus direitos e deveres, além de promover um ambiente de acolhimento e convivência. Trabalhamos com muito carinho para mostrar que eles podem socializar, fazer amizades e viver essa fase da vida com mais alegria. Muitos moram sozinhos e encontram aqui atenção, afeto e novas oportunidades. Os relatos que recebemos mostram o quanto o Vovô Zeid transforma vidas e devolve a vontade de viver”, destaca a gerente, Leda Márcia.

Moradora do bairro Centro-Sul, Neuza Maria da Silveira, de 77 anos, frequenta o Centro de Convivência desde 2022. Para ela, o espaço representa um novo sentido para a vida.

“Eu venho sempre que posso, porque aqui me sinto viva. Canto, danço e participo de tudo o que consigo. Sou muito grata aos funcionários e aos amigos que fiz aqui. Eles fazem parte da minha vida”, afirma.

O morador do bairro Pirineu, Gonçalo Bráulio, de 80 anos, também relata a transformação proporcionada pelo atendimento.

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“Cheguei ao Vovô Zeid em uma cadeira de rodas. Hoje caminho normalmente, sem precisar de muletas. Sou muito grato por toda a ajuda e dedicação que recebi aqui”, conta.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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CIDADES

CAPS TM III promove palestra sobre saúde mental e reforça importância da escuta e do acolhimento

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Em alusão ao Setembro Amarelo, o CAPS TM III realizou nesta sexta-feira (18) uma palestra voltada aos pacientes da unidade, com orientações sobre saúde mental, prevenção ao suicídio e a importância de estar atento aos sinais apresentados por familiares e amigos.

Durante o encontro, a psicóloga Dra. Eliane Mansour destacou que buscar ajuda profissional não deve ser visto como sinal de fraqueza e que não é preciso esperar o sofrimento chegar a um estágio grave para procurar atendimento.

“A pessoa que procura ajuda já está, muitas vezes, em um estágio em que não consegue se regular. Essa fragilidade precisa ser validada. Saúde mental ainda é muito incompreendida e muitas pessoas associam o tema à loucura, mas não é isso”, explicou.

Segundo a psicóloga, procurar ajuda também é uma oportunidade de autoconhecimento e cuidado. “Nem sempre é necessário estar em um estágio muito ruim para procurar ajuda. O sofrimento é particular e, muitas vezes, invisível. Reconhecer essa fragilidade e buscar apoio é uma forma de cuidado”, acrescentou.

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O psiquiatra Dr. Jaime Benevides também participou da conversa e chamou a atenção para os comportamentos que podem esconder um sofrimento emocional. Ele falou sobre a chamada “falsa alegria” e sobre como a sociedade atual, marcada pela competitividade, pelo consumo e pela exposição constante nas redes sociais, pode criar uma imagem de felicidade que nem sempre corresponde à realidade.

“Precisamos estar alertas conosco mesmos e com a nossa saúde mental. É preciso estar atento ao que vemos, ouvimos, sentimos, pensamos e falamos e, acima de tudo, ao que fazemos”, orientou.

Durante a palestra, o profissional reforçou ainda a importância de observar mudanças de comportamento, como isolamento, alterações na forma de falar ou de se relacionar, e outros sinais que possam indicar que alguém está passando por um momento difícil.

A orientação é que familiares e amigos pratiquem uma escuta ativa, demonstrem presença e acolhimento e, quando necessário, ajudem a pessoa a buscar atendimento com um profissional de saúde.

Após a palestra, a equipe do CAPS preparou um lanche para os pacientes, encerrando o momento de conversa e acolhimento de forma leve e descontraída.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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