AGRONEGÓCIO

Show Rural Coopavel vai destacar inovação e sustentabilidade

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Começa na próxima segunda-feira (10.02) a 37ª edição do Show Rural Coopavel, em Cascavel (PR), com foco em inovação tecnológica e sustentabilidade. O evento, que vai até a sexta-feira (14), é organizado desde 1989, tem como objetivo difundir conhecimento e oportunidades para toda a cadeia do agronegócio, reunindo produtores de diferentes perfis em busca de maior eficiência e responsabilidade socioambiental.

Com um espaço de 720 mil metros quadrados e a participação de mais de 600 expositores, o evento será uma oportunidade para conhecer em primeira mão novas tecnologias desenvolvidas por empresas nacionais e internacionais.

Além da exposição de produtos e serviços, haverá demonstrações técnicas conduzidas por pesquisadores e especialistas, abordando aplicações e resultados para diferentes segmentos do setor agropecuário.

A estrutura do Show Rural Coopavel contará com entrada e estacionamento gratuitos, além de áreas de alimentação, ruas cobertas com pontos de hidratação e distribuição de protetor solar nas entradas.

A programação inclui espaços voltados para a troca de experiências entre produtores, técnicos e profissionais do setor, promovendo um ambiente propício para aprendizado e realização de negócios.

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Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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