AGRONEGÓCIO

Salão Internacional de Proteína Animal consolida integração de cadeias do setor

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A capital paulista sedia, entre os dias 4 e 6 de agosto de 2026, o Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), principal evento das cadeias produtivas do Brasil, promovido pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A edição deste ano marca a consolidação do evento sob o novo nome: anteriormente focado em avicultura e suinocultura, o salão passa a integrar oficialmente a bovinocultura e a piscicultura, reforçando sua posição como o maior ponto de encontro do setor agroindustrial nacional.

A transição para “Salão Internacional de Proteína Animal” é uma estratégia da ABPA para unificar a representatividade das diferentes proteínas sob um único selo. O objetivo é criar um hub de negócios e inovação que reúna especialistas, líderes do setor e compradores internacionais. O evento funciona como uma vitrine de inovações, com foco em biosseguridade, eficiência logística e sustentabilidade — pilares exigidos pelo mercado global.

Para a ABPA, a unificação das cadeias no SIAVS é fundamental para fortalecer o posicionamento do Brasil como fornecedor global. A expectativa é que o evento facilite o intercâmbio tecnológico e a prospecção de novos mercados, consolidando-se como o palco indispensável para o fechamento de parcerias estratégicas e o debate sobre o futuro da produção de proteína animal no País.

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SERVIÇO

Evento: SIAVS – Salão Internacional de Proteína Animal

Data: 4 a 6 de agosto de 2026

Local: Distrito Anhembi, São Paulo (SP)

Realização: Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)

Mais informações: Programação completa, credenciamento e lista de expositores disponíveis no site oficial: siavs.com.br

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Governo abre crédito de R$ 550 milhões para subsidiar importação de diesel

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O governo federal publicou nesta segunda-feira (29.06), a Medida Provisória (MP) nº 1.349, que autoriza a abertura de crédito extraordinário de R$ 550 milhões para o subsídio à importação de óleo diesel rodoviário.

Os recursos, sob gestão do Ministério de Minas e Energia e execução da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), têm como finalidade assegurar o abastecimento do combustível no mercado interno e reduzir a pressão de preços sobre o setor de logística e transporte.

A medida impacta diretamente a estrutura de custos do agronegócio. Como o óleo diesel representa parcela expressiva das despesas com escoamento da safra e mecanização, a entrada desses recursos visa mitigar a volatilidade das cotações internacionais que vinha encarecendo o frete rodoviário. O aporte de R$ 550 milhões foi classificado como despesa primária, utilizando o mecanismo de crédito extraordinário previsto na Constituição para situações de urgência e imprevisibilidade.

O subsídio, contudo, gera efeitos colaterais na economia. Analistas do mercado financeiro indicam que a utilização de verbas extraordinárias para intervenção direta no preço de combustíveis pressiona o resultado das contas públicas e pode gerar distorções na formação de preços pelos importadores.

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Para o produtor rural, a medida funciona como um mecanismo de contenção temporária de preços, sem, contudo, alterar os fundamentos de precificação do combustível no mercado global, que permanece atrelado ao câmbio e ao valor do barril de petróleo.

A eficácia do repasse final ao consumidor dependerá dos critérios de distribuição estabelecidos pela ANP. O setor produtivo permanece sob alerta em relação à perenidade da oferta e ao risco de que a medida, ao ser exaurida, resulte em um reajuste de preços para compensar o fim do subsídio governamental.

Fonte: Pensar Agro

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