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Renegociação de dívidas do crédito rural termina hoje, sexta-feira, 31

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O prazo para solicitar a prorrogação das parcelas do crédito rural que vencem em 2024 termina nesta sexta-feira, dia 31 de maio. A medida, aprovada em março pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), permite a renegociação de até 100% das parcelas de operações de crédito rural de investimento, com foco na produção de soja, milho, leite e carne.

Para solicitar a prorrogação, os produtores devem entrar em contato com seus agentes financeiros, seja por telefone, e-mail ou presencialmente, antes do prazo final de 31 de maio de 2024. É necessário apresentar os documentos comprobatórios da operação de crédito rural, como o contrato e os comprovantes de pagamento. Essa formalidade garante que todas as condições para a prorrogação sejam atendidas e que os benefícios sejam aplicados corretamente.

É importante destacar que a prorrogação se aplica apenas a investimentos com recursos equalizados pelo Tesouro Nacional, destinados à compra de máquinas, correção de solo, construção de armazéns, entre outros. Esta especificidade visa garantir que os recursos sejam utilizados de maneira eficiente e direcionados para atividades que potencialmente agregam valor ao setor agrícola.

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Fonte: Pensar Agro

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Câmara avança em mudança na lei e pode simplificar regras

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A Câmara dos Deputados deu mais um passo para revisar o marco legal da aquicultura no país, em uma tentativa de adequar a legislação à expansão recente da atividade e reduzir gargalos regulatórios que ainda limitam investimentos, sobretudo fora de áreas públicas.

A proposta em análise altera a lei que organiza a política nacional do setor e introduz um ponto central: a separação clara entre a produção realizada em corpos d’água naturais — como rios, lagos e reservatórios — e aquela conduzida em estruturas artificiais dentro de propriedades privadas. Hoje, esses dois modelos convivem sob regras semelhantes, apesar de apresentarem níveis distintos de controle e impacto.

Na prática, a mudança tende a aliviar exigências para produtores que operam em sistemas fechados, como viveiros e tanques escavados, onde o manejo é mais previsível e o risco ambiental é mais controlado. O objetivo é dar mais segurança jurídica e reduzir o tempo e o custo de regularização, pontos frequentemente apontados como entraves para expansão da atividade.

O texto foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça, após já ter passado pela Comissão de Agricultura, e recebeu aval quanto à legalidade e à técnica legislativa. Como tramita em caráter conclusivo, poderá seguir diretamente ao Senado, caso não haja pedido para votação no plenário.

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A leitura no setor é de que a iniciativa corrige uma distorção histórica da legislação, que acabou tratando de forma uniforme sistemas produtivos com características muito diferentes. Ao separar os ambientes, a proposta cria uma base mais alinhada à realidade da produção aquícola atual, que vem crescendo principalmente dentro de propriedades privadas.

Mesmo com o avanço, o controle sobre a atividade em águas públicas permanece mais rigoroso, mantendo a necessidade de autorizações e regras específicas. Já para a produção em ambiente artificial, a expectativa é de um ambiente regulatório mais simples e previsível.

Para o produtor, o impacto direto tende a aparecer na redução da burocracia e no aumento da segurança para investir. Em um setor que ainda busca ganhar escala no Brasil, mudanças desse tipo podem acelerar projetos e ampliar a participação da aquicultura na renda dentro da porteira.

Fonte: Pensar Agro

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