AGRONEGÓCIO

Preços do boi gordo se sustentam e animam produtores

Publicado em

A combinação entre condições climáticas favoráveis, o aumento das vendas externas de carne e o término da safra de confinamento têm influenciado positivamente os valores internos do produto neste início de dezembro e animado os pecuaristas, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Com escalas de abate mais curtas em comparação ao mês anterior, os representantes dos frigoríficos, antecipando uma possível escalada nos preços, têm optado por pagar valores ligeiramente superiores pela arroba, buscando assegurar a aquisição de novos lotes.

No atual contexto, o Indicador Cepea/B3 mantém-se acima da marca dos R$ 240 no início de dezembro. Essa valorização reflete a dinâmica do mercado, com uma oferta limitada e a busca dos agentes por suprir suas demandas, levando a um cenário de preços mais elevados.

O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) monitora e analisa a evolução do mercado pecuário, destacando a conjuntura atual e os elementos que impactam os preços da arroba do boi gordo em todo o país.

Leia Também:  Farm Show 2026 de Primavera do Leste prevê R$ 2 bilhões em negócios

Fonte: Pensar Agro

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

Published

on

Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

Leia Também:  Governo de Goiás prorroga seleção de produtores para projeto de Fruticultura

A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

Leia Também:  El Niño e o impacto no crédito rural: o que os produtores precisam saber
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA