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Mercado de orgânicos deve movimentar mais de R$ 7 bilhões em 2024

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Em 2020, impulsionado aumento na conscientização ambiental, o mercado de produtos orgânicos, abrangendo alimentos, cosméticos, produtos de limpeza e vestuário, atingiu seu auge, registrando um crescimento de mais de 30%, movimentando aproximadamente R$ 5,8 bilhões.

Agora em 2024, a previsão é que o mercado global de orgânicos atinja mais de R$ 730 bilhões, liderado por EUA, França e Alemanha. No Brasil, claro, o cenário ainda é de cifras modestas, mas com estimativas de superar os R$ 7 bilhões de 2023, o que não deixa de ser um mercado atraente, ainda mais estando em franca expansão.

Produzir produtos orgânicos significa utilizar fontes naturais, como fertilizantes produzidos a partir ingredientes que forneçam os nutrientes essenciais às plantas – como nitrogênio, fósforo e potássio, de maneira equilibrada e gradual. Esses produtos, além de promoverem o crescimento saudável das plantas, reduzem a poluição do solo, da água e do meio ambiente, melhorando as propriedades do solo.

Estudos indicam que cultivos alimentados com adubos orgânicos resultam em produtos mais saudáveis, com maior teor de vitaminas, minerais e antioxidantes, essenciais para a saúde humana. Além disso, a prática contribui para o equilíbrio do ecossistema do solo, estimulando a biodiversidade microbiana benéfica e reduzindo a necessidade de pesticidas e produtos químicos.

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Uma das vantagens do adubo orgânico é a sua capacidade de melhorar a qualidade dos alimentos. Ao contrário dos fertilizantes químicos, que podem deixar resíduos tóxicos nos alimentos, o adubo orgânico proporciona nutrientes naturais, o que resulta em produtos mais saudáveis e nutritivos. Estudos mostram que plantas cultivadas com adubo orgânico tendem a ter maior teor de vitaminas, minerais e antioxidantes, que são essenciais para a nossa saúde.

Além disso, o adubo orgânico contribui para o equilíbrio do ecossistema do solo, promovendo a biodiversidade microbiana benéfica. Isso estimula interações positivas entre as plantas e os microrganismos presentes no solo, fortalecendo a resistência natural das plantas a doenças e pragas. Como resultado, há menos necessidade de utilizar pesticidas e outros produtos químicos, o que reduz o risco de contaminação dos alimentos e do meio ambiente.

A escolha consciente pelo adubo orgânico não apenas promove plantas saudáveis e alimentos de qualidade, mas também contribui para a preservação do meio ambiente, evitando a contaminação dos recursos naturais.

Produzidos a partir de  um compostos sustentáveis de resíduos animais, vegetais e remineralizadores do solo, esses novos produtos oferecem macro e micronutrientes essenciais para a nutrição e proteção do solo e das plantas.

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Diante das preocupações ambientais e da necessidade crescente de produção alimentar, a escolha por práticas agrícolas mais sustentáveis, como o uso de fertilizantes orgânicos, ganha relevância na construção de um futuro mais saudável e ecologicamente equilibrado.

Fonte: Pensar Agro

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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