AGRONEGÓCIO

Manaus sedia Feira de Agronegócios até domingo

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Manaus sedia até o próximo domingo (11.08) a VIII Feira de Agronegócios da Universidade Nilton Lins. O evento oferece uma ampla gama de atividades, incluindo uma Feira Gastronômica, shows ao vivo, programação infantil, parque de diversões e uma área de exposição de grandes animais. Além disso, competições equestres, concursos e palestras são parte da programação, garantindo entretenimento e aprendizado para visitantes de todas as idades.

Com a participação de mais de 100 expositores, o público tem a oportunidade de conhecer as últimas novidades e tendências do agronegócio. A feira proporciona uma experiência única de interação com produtos e serviços do setor, servindo como um espaço ideal para networking e negócios, com a presença de profissionais renomados e empresas do ramo.

Uma das principais atrações do evento é a gratuidade do estacionamento e da entrada, o que facilita o acesso e incentiva a participação da comunidade. Os organizadores esperam atrair milhares de visitantes durante os cinco dias de evento.

Programação Diversificada

  • Feira Gastronômica: Variedade de opções culinárias para todos os gostos.
  • Shows ao Vivo: Apresentações musicais para animar o público.
  • Programação Infantil: Atividades e brincadeiras para as crianças.
  • Parque de Diversões: Diversão garantida para toda a família.
  • Área de Exposição de Grandes Animais: Uma chance de ver de perto diferentes espécies.
  • Competições Equestres e Concursos: Para os amantes de cavalos e competições.
  • Palestras: Temas variados com especialistas do agronegócio.
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Serviço

  • Evento: VIII Feira de Agronegócios da Universidade Nilton Lins
  • Data: até 11 de agosto de 2024
  • Local: Campus da Universidade Nilton Lins, Parque das Laranjeiras
  • Entrada e Estacionamento: Gratuitos
  • Instagram: @niltonlinsagro

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Crédito ao agro pode atingir R$ 652 bilhões, mas esbarra em limites fiscais

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As negociações para o Plano Safra 2026/27 avançam em meio a discussões sobre o espaço fiscal disponível para subsidiar o crédito rural. A proposta em análise pelo governo prevê ampliar em cerca de 10% os recursos destinados ao financiamento da agropecuária, elevando o montante total para R$ 652 bilhões, além de reduzir em até dois pontos percentuais as taxas de juros para médios e grandes produtores.

Os números ainda estão em discussão entre os ministérios da Agricultura, da Fazenda e do Desenvolvimento Agrário e podem sofrer alterações antes do anúncio oficial, previsto para o início de julho. A principal incógnita é a capacidade do Tesouro Nacional de suportar os custos da equalização dos juros em um cenário de restrições orçamentárias.

Na safra atual, foram disponibilizados R$ 594,4 bilhões para pequenos, médios e grandes produtores. Desse total, R$ 516,2 bilhões foram destinados à agricultura empresarial. A proposta em análise é elevar esse montante para perto de R$ 570 bilhões na temporada 2026/27.

A discussão sobre os juros é considerada o ponto mais sensível das negociações. Caso a proposta seja integralmente atendida, as taxas para médios e grandes produtores poderão cair para cerca de 8% ao ano nas operações de custeio e para até 6,5% em algumas linhas de investimento. Na safra 2025/26, as taxas variaram entre 10% e 14% nas linhas de custeio da agricultura empresarial.

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A possibilidade de redução das taxas depende do início do ciclo de queda da Selic e do espaço fiscal disponível para a equalização dos juros. O mecanismo é utilizado pelo governo para cobrir a diferença entre o custo de captação das instituições financeiras e a taxa efetivamente paga pelos produtores.

Outra frente das negociações envolve os limites para os spreads bancários. A equipe econômica decidiu manter tetos para o custo administrativo e tributário cobrado pelas instituições financeiras nas operações com recursos equalizados. A medida busca evitar aumento excessivo do custo final do crédito e reduzir a pressão sobre os gastos públicos com subsídios.

No custeio empresarial, por exemplo, o limite para o spread foi fixado em 4,7% ao ano. Quanto maior esse percentual, maior tende a ser o desembolso da União para sustentar as taxas subsidiadas.

A estratégia ocorre em um momento em que instrumentos privados de financiamento ganham espaço no campo. Entre julho de 2025 e maio de 2026, as operações realizadas por meio de Cédulas de Produto Rural (CPRs) e recursos livres movimentaram cerca de R$ 170 bilhões. Os títulos privados passaram a integrar os números do Plano Safra recentemente e vêm compensando parte da retração observada nas linhas tradicionais de crédito.

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Na agricultura familiar, a expectativa é de manutenção das taxas de juros entre 2% e 6% ao ano. O volume de recursos para o segmento poderá chegar a R$ 82 bilhões, alta de cerca de 5% em relação aos R$ 78,2 bilhões disponibilizados na temporada atual.

Os desembolsos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) indicam forte demanda pelos recursos. Até maio, os produtores familiares haviam contratado R$ 60,9 bilhões, o equivalente a quase 80% do total disponível para a safra em curso.

A definição do Plano Safra 2026/27 ocorre em um ambiente de custos financeiros ainda elevados e de crescente demanda por recursos para sustentar a expansão da produção agrícola. O desafio do governo será ampliar a oferta de crédito e, ao mesmo tempo, preservar o equilíbrio das contas públicas em um cenário de restrições fiscais.

A expectativa é que os números finais sejam anunciados no início de julho, quando também deverão ser definidos os volumes de recursos e as taxas de juros para a agricultura empresarial e para os programas voltados à agricultura familiar.

Fonte: Pensar Agro

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