AGRONEGÓCIO

Feiras do agronegócio em 2025: oportunidades para inovação e crescimento do setor

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O ano de 2025 promete ser repleto de oportunidades para o agronegócio, com um calendário de feiras e eventos que destacam inovações tecnológicas, tendências de mercado e novas soluções para o setor. Os principais eventos do ano estarão espalhados por diversas regiões do Brasil, oferecendo aos produtores, empresários e profissionais da área a chance de trocar conhecimentos, fechar negócios e expandir suas redes de contatos.

Entre os primeiros destaques do ano, temos o Show Rural Coopavel, que acontecerá de 10 a 17 do mês que vem em Cascavel, no Paraná. Este evento é conhecido por apresentar as últimas inovações em maquinários, sementes, e soluções agrícolas, atraindo visitantes de todo o Brasil.

Logo após, entre 25 e 27, ainda de fevereiro, o Show Tecnológico Copercampos, em Campos Novos, Santa Catarina, será uma oportunidade para os participantes conhecerem novas tecnologias aplicadas à agricultura. Este evento foca na apresentação de soluções que visam aumentar a produtividade e sustentabilidade do setor.

O Expodireto Cotrijal, que acontecerá de 10 a 14 de março em Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul, é outra grande atração do calendário de feiras. Considerada uma das maiores do Sul do Brasil, a Expo se destaca pelo espaço dedicado à exposição de máquinas agrícolas e pela vasta programação voltada à atualização do produtor rural.

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Em março, também ocorrerão outras duas importantes feiras: a TecnoAgro, de 18 a 20, em Chapadão do Sul, Mato Grosso do Sul, e a Farm Show Primavera do Leste, de 18 a 21, em Primavera do Leste, Mato Grosso. Ambas são conhecidas por trazerem novas alternativas tecnológicas para a agricultura e pecuária, além de fomentar a troca de experiências entre os participantes.

No mês de abril, a agenda será intensa. De 7 a 11, o Tecnoshow Comigo, em Rio Verde, Goiás, se destaca por ser uma das feiras mais relevantes do Centro-Oeste, reunindo os principais fornecedores de tecnologia agrícola. Já o Parecis Super Agro, de 8 a 11 de abril, em Campo Novo do Parecis, Mato Grosso, é uma feira de destaque para o agronegócio local e nacional, com foco no fortalecimento da pecuária e da agricultura familiar.

Entre os maiores eventos do ano, a Agrishow, que ocorrerá de 28 de abril a 2 de maio em Ribeirão Preto, São Paulo, se destaca como um dos maiores e mais completos eventos do setor. A feira reúne as últimas novidades em equipamentos e tecnologias para a agricultura, atraindo visitantes de diversos países e proporcionando negócios de grande escala.

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Já em maio, eventos como o Fenagra (13 a 15), em Campinas, São Paulo, e o AgroBrasília (20 a 24), em Brasília, se destacam por sua relevância nas áreas de genética e novas soluções tecnológicas para o campo. Outro evento importante será o AquiShow Brasil, de 27 a 29 de maio, em São José do Rio Preto, São Paulo, que reúne as principais empresas do setor agropecuário.

No segundo semestre, a agenda continua a todo vapor. O Bahia Farm Show, de 9 a 14 de junho, em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia, será uma oportunidade única para conhecer as novidades do agronegócio no Nordeste. Já a Expomeat, em setembro, em São Paulo, é um evento de relevância internacional para o setor de carnes.

Com um calendário recheado de feiras e eventos de alta importância para o agronegócio, 2025 será um ano de muitas oportunidades para fortalecer o setor, impulsionar a inovação e estreitar laços comerciais em todo o Brasil. Para os profissionais da área, essas feiras representam uma chance única de se atualizar, ampliar conhecimentos e, claro, fechar bons negócios.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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