AGRONEGÓCIO

Copama inaugura unidade de secagem e armazenamento em Rolim de Moura

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A Cooperativa Mista Agroindustrial da Amazônia (Copama) inaugurou uma nova unidade de secagem e armazenamento de grãos em Rolim de Moura.

Com capacidade estática para 300 mil sacos de grãos, podendo atingir 600 mil sacos na modalidade de armazenagem dinâmica, a iniciativa demandou um investimento de aproximadamente 25 milhões de reais. A finalidade é garantir maior segurança e solucionar os obstáculos enfrentados pelos produtores cooperados.

Durante a colheita, muitos produtores da região enfrentam desafios logísticos ao aguardar o retorno dos caminhões, ocasionando filas e espera prolongada nos secadores e armazéns. A Copama surge como uma solução para aprimorar essa questão logística, tornando-se um suporte significativo para os pequenos produtores.

Fundada inicialmente como Coopervil em 1998, em Vilhena, a cooperativa direcionava suas atividades às agroindústrias locais. Posteriormente, em 2009, passou a se chamar Copama, ampliando seu escopo para incluir a pecuária.

Respondendo à demanda crescente por soja e milho por volta de 2014, a Copama direcionou seu foco para a agricultura. Atualmente, conta com cooperados em áreas como Cone Sul, Zona da Mata, Vale do Guaporé e Vale do Jamari.

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Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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