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Conab anuncia 6 mil toneladas de milho para produtores do Piauí

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) disponibilizará um volume total de 5.990 toneladas de milho em grãos para atender os criadores rurais de pequeno porte no estado do Piauí. Esse produto estará acessível por meio do Programa de Venda em Balcão (ProVB), que é gerenciado pela estatal.

A Conab já abasteceu suas unidades de armazenamento em locais estratégicos, incluindo Teresina (Parque Piauí), Parnaíba, Floriano, Campo Maior e Oeiras, com parte da quantidade de milho mencionada. A comercialização já teve início em tais municípios.

Para as demais localidades, a previsão é de que as vendas tenham início a partir da última semana de outubro. Na segunda quinzena do mês em curso, o valor por saca de 60 kg é de R$62,40, com preços sujeitos a reajustes quinzenais, conforme as tendências do mercado local.

Atualmente, o ProVB conta com a participação de aproximadamente 4.000 criadores cadastrados em todo o estado do Piauí. Cada inscrito tem um limite de aquisição de até 27.000 kg por mês. O Programa visa beneficiar pequenos criadores, abrangendo suinocultores, avicultores, bovinocultores, caprinocultores, ovinocultores, criadores de búfalos e de codornas.

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A fim de participar do ProVB, os criadores interessados devem entrar em contato com a Conab, preferencialmente nas superintendências regionais ou unidades de armazenamento da instituição. Além disso, é necessário efetuar a inscrição no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais (Sican), atendendo a outros requisitos específicos do Programa.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Enquanto EUA anunciam tarifas, China abre mercado para a carne brasileira

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No mesmo momento em que os Estados Unidos ampliam as ameaças tarifárias contra produtos brasileiros, a China enviou um sinal na direção oposta. O governo chinês anunciou nesta terça-feira (02.05) o reconhecimento de todo o território brasileiro como livre de febre aftosa sem vacinação, decisão que elimina as últimas restrições sanitárias sobre estados do Norte do país e abre caminho para ampliar as exportações de carne bovina e suína ao principal mercado consumidor do mundo.

A medida tem peso estratégico para o agronegócio brasileiro. A China é o maior comprador mundial de carne bovina e absorve mais da metade de toda a carne bovina exportada pelo Brasil. Apenas no primeiro trimestre deste ano, os chineses importaram quase R$ 16,5 bilhões em carnes brasileiras, demonstrando a dimensão do mercado para a pecuária nacional.

O reconhecimento encerra uma negociação que se arrastava há mais de duas décadas e uniformiza o status sanitário brasileiro perante as autoridades chinesas. Na prática, produtos que enfrentavam limitações em razão das restrições aplicadas a determinadas regiões do país passam a ter acesso ampliado ao mercado asiático. Entre os principais beneficiados estão carnes com osso, miúdos e outros produtos de maior valor agregado, segmentos que tradicionalmente encontram forte demanda na China.

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A decisão ocorre em um momento particularmente relevante para a pecuária nacional. Nos últimos meses, frigoríficos e exportadores brasileiros vinham buscando ampliar sua participação no mercado chinês, inclusive com pedidos de habilitação de novas plantas exportadoras e negociações para aumento de volumes embarcados.

A importância da China para o campo brasileiro vai muito além da pecuária. No ano passado, o país asiático comprou mais de R$ 275 bilhões em produtos do agronegócio brasileiro, mantendo-se com ampla folga como o principal destino das exportações do setor.

Para a pecuária, o anúncio representa uma vitória ainda mais significativa porque reforça a credibilidade sanitária brasileira justamente quando diversos países endurecem exigências para importação de proteínas animais. O reconhecimento chinês funciona como um aval à estrutura de vigilância sanitária e defesa agropecuária construída pelo Brasil ao longo dos últimos anos.

A sinalização também ganha relevância diante do cenário internacional. Enquanto Washington discute novas sobretaxas que podem atingir parte das exportações brasileiras, Pequim amplia o acesso para um mercado de mais de 1,4 bilhão de consumidores e reforça sua posição como principal destino da proteína animal produzida no Brasil. Para o setor pecuário, a mensagem é clara: se de um lado surgem barreiras comerciais, do outro o maior comprador de carne do planeta está abrindo ainda mais espaço para o produto brasileiro.

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Fonte: Pensar Agro

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