AGRONEGÓCIO

Abertura Nacional do Plantio da Soja 23/24 será nesta sexta-feira em Jaciara

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Será aberta nesta sexta-feira (29.09) na fazenda Aymoré, localizada em Jaciara, a Abertura Nacional do Plantio da Safra de Soja 23/24. Este evento marca o início da 12ª temporada do projeto Soja Brasil e será transmitido ao vivo a partir das 7h30, horário local.

Além de simbolizar o início oficial do plantio da soja, este evento também servirá como um espaço de discussões e intercâmbio de informações entre agricultores e especialistas do setor agrícola durante uma série de painéis temáticos.

O primeiro painel terá como foco os “Desafios na Armazenagem de Grãos” e contará com as contribuições de Fernando Cadore e Wellington Andrade, respectivamente presidente e diretor-executivo da Aprosoja-MT (Associação de Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso), e Anelise Marques, Diretora Executiva da Casp, uma empresa de destaque no agronegócio brasileiro.

O segundo painel abordará o “Mercado da Soja” na safra 23/24 e contará com a participação do analista Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, e Fernando Gutierrez, da Safras e Mercado.

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Além disso, o evento técnico receberá representantes da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), que fornecerão informações fundamentais para o início da safra. O aspecto climático será explorado pelo meteorologista Arthur Muller, que discutirá os possíveis impactos do fenômeno El Niño nesta safra 23/24.

O projeto Soja Brasil é uma iniciativa realizada pelo Canal Rural em parceria com a Aprosoja Brasil, com coordenação técnica da Embrapa e consultoria da Safras & Mercado. A Aprosoja-MT e a Giacomelli Agro também participam da organização local do evento.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Setor produtivo e bancos vão travar batalha de R$ 130 bilhões semana que vem no Senado

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A votação do projeto de lei que autoriza a renegociação de dívidas rurais, prevista para a próxima quarta-feira (10.06), tornou-se o ponto central das articulações do setor produtivo em Brasília. Enquanto entidades que representam o campo — como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e associações de produtores como a Aprosoja — intensificam o trabalho junto ao parlamento para assegurar a aprovação do texto com condições viáveis de pagamento, o sistema bancário iniciou uma ofensiva para limitar o alcance da medida.

O setor produtivo argumenta que a renegociação é uma necessidade estratégica para a manutenção da atividade agropecuária no País, diante de um cenário de custos elevados e margens apertadas. A proposta defendida pelos produtores busca um fôlego financeiro essencial para o setor, com prazos de pagamento mais longos e taxas de juros controladas, garantindo que o ciclo produtivo não seja interrompido por desequilíbrios financeiros conjunturais. A mobilização, organizada pelas redes sociais, reflete o peso do setor na economia nacional e o temor de que o crédito rural sofra uma contração ainda maior sem a reestruturação dos passivos.

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Do outro lado, as instituições financeiras, representadas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e pela Confederação Nacional das Instituições Financeiras (Fin), buscam apresentar um substitutivo. O sistema bancário argumenta que a amplitude do projeto original, aprovado em comissão na semana passada, poderia gerar riscos à segurança jurídica e à previsibilidade do crédito. A proposta dos bancos para “calibrar” o projeto inclui travar o benefício a um teto de R$ 10 milhões por CPF, restringir o escopo a dívidas de 2024 em diante e reduzir drasticamente o período de suspensão de vencimentos.

A disputa técnica centra-se no impacto financeiro e na governança dos contratos. Enquanto os bancos alegam complexidade operacional e riscos de “estímulos indevidos à inadimplência” com os prazos de até 13 anos e juros de 7,5%, os representantes do campo defendem que as regras de enquadramento devem ser amplas o suficiente para atender quem realmente precisa, excluindo apenas situações sem relação direta com a atividade econômica financiada.

A articulação política no Senado segue intensa. O setor produtivo aguarda a definição da pauta para esta semana, ciente de que o texto final poderá sofrer ajustes para acomodar as pressões do sistema bancário, mas mantendo a defesa de que a funcionalidade do sistema de crédito rural não deve ser usada como pretexto para impedir o socorro necessário ao produtor que movimenta a economia brasileira.

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Fonte: Pensar Agro

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