POLÍCIA

Polícia Militar e Gefron apreendem 31 tabletes de maconha escondidos em bagageiro de ônibus

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Uma ação integrada entre policiais militares do 6º Comando Regional, Força Tática e Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreenderam, na madrugada desta quinta-feira (15.10), 31 tabletes de substância análoga à maconha, em um trecho da BR-070, no município de Cáceres (220 km de Cuiabá). A apreensão representa um prejuízo de aproximadamente R$ 31 mil ao crime.

A apreensão ocorreu durante a operação Faro e Protetor das Fronteiras, após as equipes receberem uma denúncia anônima de que um ônibus da Prefeitura Municipal de Pontes e Lacerda estaria transportando grande quantidade de entorpecentes.

Os policiais realizaram buscas pela rodovia e localizaram o veículo na comunidade Vila Sadia. O ônibus realizava o transporte de passageiros para Cuiabá. Em vistoria no bagageiro do ônibus, foram localizadas duas malas e uma mochila de cor azul contendo entorpecente envolto em sacos de lixo. Nenhum suspeito foi localizado.

Os entorpecentes apreendidos foram encaminhados à Delegacia Especializada de Fronteira em Cáceres para as providências legais cabíveis.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLÍCIA

Operação da Polícia Civil desarticula central de golpes virtuais em Várzea Grande

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15.10), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

¿Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande.

¿As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

¿A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

¿Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

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¿Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

¿Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

¿As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

¿Persona Sintética
¿
O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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