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Polícia Civil indicia homem pelo crime de pornografia digital

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A Polícia Civil de Mato Grosso concluiu, nesta quinta-feira (16.7), um inquérito policial e indiciou um homem, de 46 anos, por divulgar conteúdo íntimo sem o consentimento da vítima. A conduta é tipificada no artigo 218-C do Código Penal.

A investigação foi conduzida pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá e apurou que o investigado divulgou imagens íntimas de uma mulher, de 32 anos, sem sua autorização, configurando a prática conhecida como revenge porn (pornografia de vingança), uma das formas de violência praticadas no ambiente digital.

Segundo as investigações, vítima e suspeito se conheceram durante uma viagem ao Estado do Paraná e mantiveram contato posteriormente.

De acordo com a investigação, o homem encaminhou imagens íntimas da vítima ao atual companheiro dela. As apurações também apontam que ele manteve contatos insistentes e enviou mensagens que intensificaram o constrangimento e o sofrimento psicológico da mulher.

Conforme apurado no inquérito, a divulgação do material íntimo teve potencial para atingir a honra, a privacidade e a dignidade da vítima. O fato ocorreu em junho de 2026.

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Após a conclusão das diligências e a reunião dos elementos de autoria e materialidade, o investigado foi formalmente indiciado pelo crime previsto no artigo 218-C do Código Penal.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil desarticula esquema de tráfico de drogas ligado a facção criminosa em Confresa

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (16.7), a Operação Laços de Família, para desarticular uma célula de facção criminosa responsável pelo comércio de entorpecentes na região de Confresa.

Foram cumpridos 8 mandados de prisão preventiva, cinco em Confresa e três em Penitenciárias (um em Vila Rica, um em Cuiabá e um em Nova Xavantina) e 8 mandados de busca e apreensão em Confresa e Vila Rica, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias.

Também foram decretadas a quebra telemática de 13 contas Google, 13 números no WhatsApp, 13 dados telefônicos junto às operadoras e a extração forense integral dos aparelhos apreendidos.

As ordens judiciais resultaram na apreensão de porções de pasta base de cocaína, crack e maconha, além de sementes de cannabis. Também foram apreendidas balanças de precisão e farto material utilizado para o fracionamento e embalagem das substâncias para comercialização

No total, foram apreendidos 10 aparelhos celulares, 5 dispositivos de memória (pen drives) e uma motocicleta utilizada para o suporte das atividades ilícitas. Além disso, três pessoas foram presas em flagrante por tráfico de drogas.

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A ação, realizada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa, contou com o apoio das Delegacias Municipais de Confresa, de Vila Rica e de Porto Alegre do Norte no cumprimento dos mandados.

O nome da operação faz referência à forma de organização do grupo investigado. Conforme a investigação, pessoas com vínculos familiares e conjugais integravam a estrutura, com funções distribuídas entre os envolvidos.

Operação Laços de Família

A investigação teve início a partir de uma prisão em flagrante realizada pela Derf em dezembro de 2025, em Confresa, quando duas pessoas foram detidas com porções de crack e cocaína e vários aparelhos celulares.

A análise do material, autorizada judicialmente, revelou que aquela venda de varejo era apenas a ponta de um grupo criminoso.

Conforme apurado pela investigação, o grupo era dividido por funções. A estrutura incluía uma liderança, pessoas responsáveis pelo controle financeiro e pela distribuição de drogas, além de integrantes encarregados da comercialização dos entorpecentes.

A droga era entregue aos revendedores em regime de consignação, com prestação de contas obrigatória, e os pagamentos eram feitos por transferências eletrônicas. A movimentação diária do grupo ultrapassava R$ 4,5 mil.

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Os integrantes também adotavam cuidados para dificultar a ação policial, com uso de linguagem cifrada para se referir aos entorpecentes e apagamento constante das conversas.

As investigações também apontam que o grupo utilizava um imóvel como base para reuniões e para a realização dos chamados “tribunais do crime”, julgamentos informais em que eram definidas punições a integrantes que, segundo a apuração, descumpriam regras impostas pela própria organização.

Crimes violentos registrados na região, possivelmente ligados a essas decisões, são objeto de investigação em procedimento próprio conduzido pela Delegacia Municipal de Confresa, com compartilhamento de provas autorizado pela Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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