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Saúde de Várzea Grande reforça protocolos para identificação de pacientes sem documentos

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Servidores do Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande (HPSMVG) e da Rede Cegonha participaram de uma capacitação promovida pela Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso sobre os procedimentos de identificação e comunicação de pacientes sem documentos atendidos nas unidades de saúde.

A orientação foi conduzida pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pela Política Pública de Busca e Localização de Pessoas Desaparecidas no Estado, conforme diretrizes estabelecidas pelas Leis Estaduais nº 11.601/2021 e nº 12.833/2025.

Durante a capacitação, os profissionais receberam orientações sobre os protocolos que devem ser adotados quando pacientes conscientes ou inconscientes dão entrada nas unidades sem documentação de identificação, reforçando a importância do registro adequado das informações e da comunicação imediata aos órgãos competentes.

Também foi apresentado o sistema implantado pela Polícia Civil na Delegacia Digital, destinado ao cadastramento e à comunicação de pessoas com identidade desconhecida, permitindo o cruzamento de dados e auxiliando na localização de familiares e na identificação civil dos pacientes.

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A assistente social do Pronto-Socorro Municipal, Cristiany Gonçalves, destacou que a capacitação fortalece o trabalho desenvolvido diariamente pelas equipes de saúde.

“Os profissionais da saúde lidam diariamente com histórias muito delicadas e situações complexas. Ter esse suporte e essa orientação da Polícia Civil é fundamental para que possamos atuar de forma mais segura, humanizada e eficiente, principalmente nos casos de pacientes sem identificação e em situação de vulnerabilidade”, afirmou.

A superintendente da Atenção Terciária, Ângela Saboia, ressaltou que a gestão municipal busca constantemente ampliar o diálogo entre a saúde e os órgãos da rede de proteção.

“Esse trabalho conjunto fortalece o atendimento prestado à população e garante mais segurança nos procedimentos realizados pelas equipes. Além desta capacitação, também realizamos visitas técnicas à nova Delegacia da Mulher, justamente para aproximar os serviços e fortalecer essa integração entre saúde, segurança pública e sistema de justiça”, destacou.

Segundo a Polícia Civil, as unidades hospitalares desempenham papel fundamental na política estadual de busca por pessoas desaparecidas, principalmente na comunicação rápida de casos envolvendo pacientes sem identificação civil.

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Entre as orientações repassadas aos profissionais estão a necessidade do registro fotográfico do paciente no momento do cadastro, a utilização de canais institucionais para comunicação dos casos e a alimentação correta do sistema digital disponibilizado pela Polícia Civil.

As medidas, conforme destacado pelos representantes da DHPP, contribuem diretamente para a identificação de pessoas desaparecidas, a localização de familiares e o fortalecimento da rede de proteção e assistência no Município.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes

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A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.

Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.

A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.

A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.

“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.

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Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.

A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.

“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.

Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.

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Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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