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Polícia Militar apreende 298 cigarros eletrônicos e prende suspeito por contrabando

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Policiais militares do Grupo de Apoio (GAP) do 28º Batalhão apreenderam 298 cigarros eletrônicos que seriam vendidos na cidade de Jaciara, no fim da noite deste domingo (17.5). Na ação, um homem, de 21 anos, responsável pelos produtos ilegais, foi preso em flagrante pelo crime de contrabando.

A equipe do GAP se deslocou até o bairro Aeroporto 2 após receberem denúncias de uma residência que estava servindo como ponto de armazenamento e distribuição de materiais ilícitos. Segundo as informações, diversas pessoas eram vistas entrando e saindo da casa com caixas de papelão.

Os policiais identificaram o imóvel, momento em que um motociclista fugiu em alta velocidade, não sendo localizado. Diante da situação, os militares entraram na área da casa e fizeram vistorias, identificando pela janela várias caixas contendo cigarros eletrônicos de diversas marcas e tamanhos.

Com o flagrante, a equipe do GAP entrou na casa e conseguiu apreender o material, contabilizando 298 cigarros eletrônicos. Ainda no local, foram encontrados cadernos de anotações, comprovantes de pagamentos e uma máquina de cartão, de onde foi possível identificar o nome do suspeito responsável e o endereço do comércio cadastrado.

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Os militares seguiram para a localização indicada e conseguiram identificar o suspeito, que foi abordado e recebeu voz de prisão por contrabando e pela venda dos cigarros eletrônicos, que são proibidas no Brasil.

O suspeito foi conduzido para a delegacia de Jaciara para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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