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Seciteci abre inscrições para XVIII Mostra Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso (Seciteci-MT) abriu as inscrições para a XVIII Mostra Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (MECTI). As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas pela internet, por meio do site oficial do evento, entre os dias 11 e 25 de maio, com o envio do projeto científico e dos documentos exigidos no edital.

A edição de 2026 será realizada em formato híbrido, com apresentações presenciais e on-line, permitindo maior participação de estudantes de diferentes municípios mato-grossenses. O regulamento completo do evento já está disponível e traz informações sobre cronograma, critérios de seleção, categorias de participação e etapas regionais da mostra. Inscreva-se aqui (clique).

Ainda de acordo com o edital, podem participar estudantes regularmente matriculados em escolas públicas e privadas de Mato Grosso, nos níveis de Ensino Fundamental (8º e 9º anos), Ensino Médio e Ensino Técnico Profissionalizante. Os projetos poderão ser inscritos nas categorias Ciências, Engenharias e Economia Criativa. Acesse o edital aqui (clique).

A etapa estadual da XVIII MECTI está programada para ocorrer de 21 a 23 de outubro de 2026, em Cuiabá, durante a realização da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). Para incentivar a continuidade dos estudos científicos dos participantes, a XVIII MECTI premiará os autores dos projetos destaques com smartphones para os primeiros colocados de cada categoria/nível (9 projetos no total); 20 bolsas de Iniciação Científica Júnior (ICJr), em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat); e credenciamento para a FEBRACE, a maior feira de ciências e engenharia do país, para os destaques do Ensino Médio e Técnico.

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Mostra Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação

A MECTI tem como objetivo estimular o pensamento científico, a criatividade e a busca por soluções inovadoras para desafios sociais, ambientais e tecnológicos. A iniciativa também fortalece a formação educacional dos estudantes, incentivando a produção científica desde a educação básica até o ensino técnico profissionalizante.

Além da exposição dos projetos, a mostra prevê premiações e oportunidades de incentivo à pesquisa, incluindo bolsas de iniciação científica júnior e indicação de projetos para participação em eventos nacionais, como a Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace).

Etapas Regionais

A XVIII MECTI será realizada de forma regionalizada, contemplando seis regiões do Estado: Sudeste (Campo Verde), Norte (Sorriso), Nordeste (Água Boa), Centro-Sul (Cuiabá), Sudoeste (Cáceres) e Noroeste (Juara). Os trabalhos selecionados nas etapas regionais avançarão para a etapa estadual, prevista para ocorrer em Cuiabá durante a 23ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT).

Nesta fase, os projetos inscritos são avaliados por um comitê científico. As primeiras etapas regionais serão realizadas nas regiões Sudeste, em Campo Verde, e Norte, em Sorriso. Para ambas, as inscrições e submissão dos projetos seguem abertas entre os dias 11 e 25 de maio de 2026. A divulgação dos trabalhos selecionados ocorrerá em 27 de maio. Já as apresentações presenciais e on-line estão previstas para os dias 31 de maio, em Sorriso, e 3 de junho, em Campo Verde.

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Na sequência, serão as regionais Nordeste, em Água Boa, e Noroeste, em Juara. Nessas etapas, as inscrições poderão ser realizadas entre 8 de junho e 3 de julho de 2026. Os projetos selecionados serão divulgados no dia 20 de julho. As mostras regionais ocorrerão nos dias 24 de julho, em Água Boa, e 30 de julho, em Juara.

Já o período de inscrições e submissão dos projetos nas etapas Centro-Sul, em Cuiabá, e Sudoeste, em Cáceres, ocorrerá entre 27 de julho e 17 de agosto, com divulgação dos selecionados em 21 de agosto. As apresentações estão previstas para os dias 26 de agosto, em Cuiabá, e 28 de agosto, em Cáceres.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail institucional da organização: [email protected].

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Sefaz orienta municípios sobre mudanças na arrecadação com novo sistema tributário

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O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Fábio Pimenta, participou, nesta quarta-feira (14.10), do 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios: Transição e Governança para o Novo Modelo Tributário, promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). O evento reúne prefeitos, secretários municipais, vereadores, presidentes de Câmaras e técnicos das áreas de Fazenda e Desenvolvimento Econômico para discutir os impactos da reforma nas finanças municipais.

Ao lado do procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, Pimenta abriu a programação de palestras com o tema “Reforma Tributária: Formas, estrutura e fluxo de arrecadação”. Durante sua fala, o gestor alertou para a necessidade dos municípios se prepararem para as mudanças, especialmente em relação à arrecadação de 2026 que será utilizada como referência para a distribuição de parte das receitas durante o período de transição.

“A receita dos próximos 50 anos começa a ser definida agora. É fundamental que os gestores municipais melhorem sua arrecadação ainda em 2026, pois os valores arrecadados entre 2019 e 2026 servirão de base para amenizar as perdas com a Reforma Tributária”, destacou o secretário.

A preocupação está relacionada à mudança da sistemática de tributação e do modelo de desenvolvimento de Mato Grosso, que se baseia na produção. Com a Reforma Tributária, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS) serão gradualmente substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), cuja receita será destinada aos estados e municípios onde ocorre o consumo.

“Mato Grosso é um estado produtor e, com a mudança da tributação da origem para o destino, terá uma perda estimada, ao final do período de transição, de cerca de R$ 10 bilhões. Os municípios mato-grossenses também serão impactados, pois possuem uma população relativamente pequena diante do volume de produção”, explicou Fábio Pimenta.

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Durante a palestra, também foram apresentados os novos critérios de distribuição da parcela estadual do IBS destinada aos municípios. Pelo novo modelo, 80% desses recursos serão repartidos proporcionalmente à população, 10% conforme indicadores de aprendizagem e equidade na educação, 5% por critérios ambientais e 5% em parcelas iguais.

O procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo defendeu a revisão de pontos da Reforma Tributária que podem prejudicar Mato Grosso, especialmente os critérios de distribuição de recursos aos municípios. Segundo ele, as mudanças poderão agravar as dificuldades financeiras das cidades com população reduzida e maior dependência de transferências estaduais e federais.

“Um dos caminhos seria exatamente fazer essa revisão dos critérios de distribuição do IBS. Mas isso depende do Congresso Nacional, dos deputados federais, dos senadores e de toda uma articulação que deve ser feita”, afirmou Gallo.

O presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, também reforçou a importância de os gestores municipais ampliarem a arrecadação própria e para a situação dos municípios com população reduzida. “Temos municípios com 3 mil, 2 mil, 1 mil habitantes que definitivamente não se sustentam. Eles só sobrevivem por causa dos repasses federais e estaduais. Vamos conversar com os prefeitos para que eles atentem para a arrecadação que vão fazer até o dia 31 de dezembro”, disse.

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Também participaram da abertura o presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID), os conselheiros José Carlos Novelli, Valter Albano e Campos Neto; a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Anne Karine Louzich; o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Máximo; o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel; o ex-presidente da AMM Leonardo Bortolin; o membro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Yendis Costa; a controladora-geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Bárbara Natália Nogueira Garnica; e o primeiro vice-presidente da AMM e prefeito de Rondolândia, José Guedes.

Integração com os municípios

Outro ponto destacado durante a apresentação foi o trabalho desenvolvido pela Sefaz em parceria com a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) para preparar as administrações tributárias para o novo modelo. A atuação conjunta ocorre por meio de um Comitê Gestor Regional, que conta com grupos técnicos responsáveis pela integração das administrações tributárias e pela realização de estudos e simulações sobre os impactos da reforma.

A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre o Estado e os municípios, promover o compartilhamento de informações e apoiar o planejamento das administrações municipais diante das mudanças na arrecadação.

O 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios é promovido pela Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID) do TCE-MT. O evento está sendo realizado na Escola Superior de Contas e segue até esta quinta-feira (15).

Fonte: Governo MT – MT

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