MATO GROSSO

MT Iluminado chega a 350 mil luminárias instaladas em 132 municípios do Estado

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O Governo de Mato Grosso já instalou 353.495 luminárias de LED em todo o Estado. As lâmpadas fazem parte do programa MT Iluminado, que tem o objetivo de fazer com que todas as vias públicas de Mato Grosso sejam iluminadas com a tecnologia LED.

No total, o Governo de Mato Grosso adquiriu 425.454 luminárias e já entregou 370.094 para os 132 municípios que participam do programa. O investimento para modernizar o parque de iluminação pública do Estado chega a quase R$ 180 milhões.

Esse número deve aumentar nas próximas semanas, uma vez que a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) firmou novos convênios com a Empresa Cuiabana de Limpeza Urbana (Limpurb) para a instalação das lâmpadas de LED na Capital.

Até o momento, Cuiabá retirou 29.042 luminárias e instalou 24.900. Com os novos convênios, o total de luminárias vai chegar em 77.207. Com o avanço da instalação dos novos pontos de iluminação na Capital, quase 100% dos equipamentos adquiros pelo Estado vão estar em utilização.

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A instalação das luminárias é feita por meio de convênios firmados entre as prefeituras e o Estado. Os municípios apresentam os projetos, retiram as luminárias adquiridas pelo Governo e ficam responsáveis pela instalação dos equipamentos.

As luminárias de LED adquiridas pelo Governo são o que há de mais moderno em tecnologia para iluminação pública. Elas são mais econômicas e eficientes, garantindo uma melhor iluminação com menor gasto energético.

As luminárias fornecidas têm potências de 50W, 100W, 150W e 200W, atendendo às diferentes necessidades de vias urbanas e áreas públicas. O programa MT Iluminado é desenvolvido em parceria entre a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) e a MT PAR.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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