A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na tarde de quarta-feira (29), aproximadamente 38 kg de substância análoga a skunk no km 211 da BR-364, em Rondonópolis (MT). A ação ocorreu durante procedimento de abordagem a um ônibus de transporte interestadual de passageiros e resultou na detenção de um homem.
Durante a fiscalização no compartimento de bagagens, foi empregado o uso de cão farejador, que indicou a presença de droga em duas malas. Após a identificação do proprietário das bagagens e verificação do conteúdo, os policiais localizaram 34 tabletes da substância ilícita.
Ao ser questionado durante os procedimentos de entrevista e verificação, o passageiro confirmou a propriedade dos itens e informou o destino do material. Diante dos fatos, foi constatada, a princípio, a ocorrência de tráfico de droga. O envolvido, juntamente com o material apreendido e itens pessoais, foi encaminhado à Polícia Civil de Rondonópolis para as providências legais cabíveis.
Com esta ação, a PRF reafirma seu compromisso com a segurança pública e a proteção da sociedade, mantendo atuação permanente nas rodovias federais para o combate ao tráfico de substâncias ilícitas e ao crime organizado.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Boca Maldita para cumprir ordens judiciais dentro de investigações que apuram uma série de ataques contra a honra de moradores, servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e região por meio da internet.
Na operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão com autorização judicial para a exploração de dispositivos eletrônicos, além de dois mandados de medidas cautelares. As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Mirassol D’Oeste e Cuiabá.
As diligências, conduzidas pela Delegacia de Mirassol D’Oeste, têm como objetivo coletar provas e aprofundar as investigações sobre a possível prática reiterada dos crimes de injúria, difamação e calúnia.
Segundo as apurações, os investigados teriam utilizado redes sociais e outras plataformas digitais para disseminar conteúdos ofensivos, expondo vítimas, abalando reputações e ampliando o alcance das ofensas no ambiente virtual.
As investigações apontam que os ataques teriam atingido diversos cidadãos, incluindo servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e municípios vizinhos, gerando preocupação diante do potencial de propagação e do impacto causado pelas publicações.
Segundo o delegado Gustavo Ataíde, responsável pelas investigações, a atuação coordenada em diferentes cidades levanta a suspeita da existência de uma possível associação criminosa voltada à prática sistemática de crimes contra a honra no ambiente digital, hipótese que será aprofundada no curso das investigações.
“O ambiente virtual não é uma terra sem lei. O anonimato nas redes sociais é apenas aparente. Crimes praticados pela internet deixam rastros e podem resultar na responsabilização criminal de seus autores”, destacou o delegado.
As investigações seguem em andamento, e novas diligências não estão descartadas. Os fatos apurados serão encaminhados ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.
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