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Polícia Civil cumpre 10 ordens judiciais em operação contra faccionados em Barra do Garças

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (1º.4), a Operação Controle Total, para cumprimento de dez ordens judiciais com alvo em uma facção criminosa envolvida com o de tráfico de drogas e outras atividades ilícitas em Barra do Garças e região.

Foram cumpridos na operação cinco mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão domiciliar, expedidos pelo Poder Judiciário, com base em investigações conduzidas pela 2ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças.

Entre os alvos estão integrantes de facção criminosa considerados de alta periculosidade, com atuação voltada ao tráfico de drogas e envolvimento estruturado nas atividades ilícitas do grupo criminoso. A operação tem como foco a desarticulação de grupos criminosos, a redução dos índices de criminalidade e a promoção da segurança pública.

Nas investigações, foi possível identificar que o grupo atuava de forma estruturada com divisão de tarefas entre os seus membros, havendo núcleos responsáveis pela comercialização direta dos entorpecentes, integrantes com função de liderança local da facção criminosa, agentes diretamente envolvidos na logística e distribuição de drogas na região.

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Operação Pharus

A Operação Controle Total integra a Operação Pharus. Em 2026, a Polícia Civil iniciou ações do planejamento estratégico no âmbito da Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.

O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para farol, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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