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Ager é parceira da Agência Nacional de Águas em debates sobre implementação do marco legal do saneamento em MT

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A Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager-MT) é uma das instituições parceiras da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) na realização do evento Implementação do Marco Legal do Saneamento para o Estado de Mato Grosso: Universalização do Saneamento e Acesso a Recursos Federais: O que os Municípios Precisam Fazer.

A iniciativa ocorrerá nesta segunda e terça-feira, 9 e 10 de março, no município de Sinop, e 12 e 13 de março, em Cuiabá, reunindo representantes de instituições públicas, reguladores, prestadores de serviços e gestores municipais para discutir os desafios e as estratégias voltadas à universalização do saneamento no Estado. Em Sinop a programação teve inicio às 8h30 da manhã e prossegue no período da tarde.

O encontro conta com a presença da diretora-presidente interina da ANA, Ana Carolina Argolo, além de técnicos da Superintendência de Regulação de Saneamento Básico da agência federal, representantes do Ministério das Cidades, da Caixa Econômica Federal e de outros parceiros institucionais locais.

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De acordo com o presidente regulador da Ager, Luis Nespolo, a participação da agência estadual reforça o papel das entidades reguladoras infranacionais no fortalecimento da governança do setor e na implementação da Lei nº 14.026/2020, que instituiu o novo marco legal do saneamento básico no país.

“Este evento é fundamental para fortalecer a aproximação entre a ANA, as agências reguladoras infranacionais, os órgãos de financiamento de políticas públicas de saneamento e o Estado de Mato Grosso, promovendo a regionalização e impulsionando o avanço dos municípios na elaboração e atualização de seus Planos Municipais de Saneamento Básico”, declarou Nespolo.

Para o diretor regulador de Ouvidoria e Saneamento da Ager, Jossy Soares, a participação da Agência no evento é estratégica, uma vez que a instituição é responsável pela regulação das Unidades Regionais de Saneamento Básico (URSB), instituídas pela Lei Estadual nº 11.976/2022.

“A ANA, em bom momento, vem ao Estado para realçar a importância da prestação regionalizada do saneamento básico, pois é sabido que os municípios sozinhos não conseguirão atingir as metas da universalização de água e do esgoto sanitário nos termos do Novo Marco Regional. A Ager entende ser o momento propício para lançar as sementes de um sistema regulatório harmônico e orientado no Estado, de forma a dar segurança jurídica aos investidores e prestadores, e ao serviço adequado à população”, ressaltou o diretor.

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Programação

A programação inclui painéis sobre a contextualização do marco legal do saneamento, apoio técnico e financeiro da União, agenda regulatória e normas de referência da ANA, além das condicionantes legais para acesso a recursos públicos.

Também serão debatidos temas como titularidade e planejamento dos serviços, regionalização do saneamento, política estadual de resíduos sólidos, metas legais de universalização e segurança jurídica.

A ação é voltada a gestores e agentes públicos, reguladores, prestadores de serviços e demais interessados no setor. Para participar dos eventos em Sinop e Cuiabá é necessário efetuar a inscrição por meio de formulário online, onde também estão informações sobre a programação completa do evento.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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