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Corpo de Bombeiros resgata filhotes de papagaio presos em fios e serpente ferida em estação de tratamento

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou duas ações de resgate de fauna silvestre nesta quinta-feira (5.3), em Guarantã do Norte e na quarta-feira (4.3) em Lucas do Rio Verde.

As ocorrências envolveram o resgate de dois filhotes de papagaio que estavam presos em fios no beiral de uma residência e de uma serpente da espécie jiboia arco-íris encontrada ferida em uma estação de tratamento de efluentes.

Em Guarantã do Norte (731 km de Cuiabá), por volta das 11h35 desta quinta-feira (5) a equipe do 4º Núcleo de Bombeiro Militar (4º BBM) foi acionada para atender uma ocorrência envolvendo dois filhotes de papagaio que estavam presos em linhas de um beiral de uma residência localizada na rua dos Cedros, região central do município.

A equipe realizou a remoção manual dos filhotes e retirou os fios que estavam prendendo as aves. Devido aos ferimentos sofridos, os animais foram recolhidos pela equipe e encaminhados à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema -MT), onde foram avaliados e receberam os cuidados necessários.

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No dia anterior o CBMMT realizou a captura de uma serpente da espécie jiboia arco íris, em uma estação de tratamento de efluentes, em Lucas do Rio Verde (350 km de Cuiabá).

No momento do resgate a equipe da 13ª Companhia Independente Bombeiro Militar (13ª CIBM) constatou que o animal apresentava ferimentos pelo corpo.

Os bombeiros fizeram a captura com os devidos cuidados e encaminharam a serpente para tratamento e reabilitação no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) de Lucas do Rio Verde.

O Corpo de Bombeiros ressalta que, em casos envolvendo animais silvestres, o cidadão deve entrar em contato pelo 193, solicitando auxílio. Em nenhuma hipótese deve tentar capturar o animal por conta própria.

Fonte: Governo MT – MT

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Período de defeso da Piracema será entre 1º de outubro de 2026 e 31 de janeiro de 2027 em MT

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O defeso da Piracema em Mato Grosso continuará no mesmo período dos últimos anos, entre os dias 1º de outubro de 2026 e 31 de janeiro de 2027, segundo decisão do Conselho Estadual de Pesca (Cepesca). A determinação ocorreu, nesta quinta-feira (23.4), durante a 2ª Reunião Ordinária do ano, transmitida ao vivo pelo canal do YouTube da Sema. A resolução será publicada no Diário Oficial nos próximos dias.

Nesse período, será permitida a pesca de subsistência desembarcada nos rios das bacias hidrográficas do Paraguai, Amazonas e Araguaia-Tocantins. A medida reforça que a pesca de subsistência é a praticada artesanalmente por ribeirinhos ou comunidades tradicionais e garante apenas a alimentação familiar, sem fins comerciais. As demais modalidades estarão proibidas.

O Cepesca decidiu manter o período baseado nos estudos de monitoramento reprodutivo dos peixes de interesse pesqueiro no Estado. Os dados técnicos foram apresentados pela pesquisadora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e conselheira do Cepesca, Lucia Mateus.

Em sua apresentação, a pesquisadora mostrou dados que indicam que o pico reprodutivo ocorre entre outubro e janeiro. Nestes meses, a probabilidade de encontrar peixes em atividade reprodutiva chega a 80%. “A definição do período de proibição deve buscar o equilíbrio entre a máxima proteção dos estoques com o mínimo prejuízo aos usuários do recurso. Neste período, os rios ainda estão com volume relativamente baixo de água e os peixes estão reunidos em cardumes para a migração, fator que aumenta o adensamento dos peixes e a vulnerabilidade”, explicou Lúcia.

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O Monitoramento da Reprodução de Peixes de Interesse Pesqueiro no Estado de Mato Grosso tem 10 anos de análise. Desde 2015, o Cepesca, em atendimento à Notificação Recomendatória do Ministério Público, iniciou estudos e compilou dados técnicos científicos já existentes sobre o período reprodutivo dos peixes de interesse comercial nos principais rios do estado. A análise permitiu integrar dados que incluem informações mensais sobre a reprodução de várias espécies desde 2004. Os resultados desta análise vêm sendo atualizados anualmente.

“Mato Grosso é o único Estado do país que reúne o seu Conselho de Pesca para definir o período de defeso, pois temos acesso a este trabalho que é feito pelas universidades. São informações completas, de muito tempo, com dedicação de muitos profissionais. Os dados mostram que mais de 80% do período reprodutivo acontecem nestes três meses, então é uma decisão bem técnica que o Conselho coloca aqui do que é melhor para a reprodução dos peixes”, destacou o secretário executivo da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) e presidente do Cepesca, Alex Marega.

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Fonte: Governo MT – MT

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