Tribunal de Justiça de MT

DAJE revitaliza marca do SAI e entrega novos uniformes a conciliadores de Cuiabá e VG

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) entregou novos uniformes aos conciliadores do Serviço de Atendimento Imediato (SAI). A ação alcançou os profissionais que atuam em Cuiabá e Várzea Grande e foi realizada na sexta-feira (06), no Complexo dos Juizados Especiais.

A proposta de adoção de novos uniformes para os conciliadores do SAI surgiu a partir da necessidade de confecção de camisetas para os novos conciliadores recentemente incorporados à equipe, oportunidade em que o Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (DAJE) identificou a conveniência de promover a repaginação do uniforme atualmente utilizado.

Considerando que o modelo vigente permanece praticamente inalterado há quase três décadas, o DAJE propôs a atualização do material e da identidade visual das camisetas, com a adoção de padrões mais modernos, funcionais e alinhados à identidade institucional do Tribunal de Justiça.

O uniforme é composto por camiseta azul-marinho com o logotipo do SAI na frente, além de elementos gráficos modernos nos tons azul, laranja e amarelo. Nas costas, o uniforme mantém o logo do SAI e possui também a identificação do Poder Judiciário de Mato Grosso e Corregedoria-Geral da Justiça.

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Com elementos visuais que facilitam a identificação rápida, o traje já está em uso pelos 25 conciliadores e dois atendentes. “Os novos uniformes aliam a necessidade funcional à valorização dos conciliadores. Isso fortalece a imagem institucional e qualifica o atendimento ao cidadão”, explica a diretora do DAJE, Shusiene Tassinari Machado.

Mais segurança ao cidadão

Em um cenário de recorrentes tentativas de golpes dos mais variados tipos, a identificação visual é uma ferramenta importante de prevenção. Sendo assim, a renovação dos uniformes é mais uma medida adotada pelo Tribunal de Mato Grosso para combater essa prática criminosa.

“A padronização do uniforme também contribui de forma significativa para a identificação imediata dos conciliadores perante os jurisdicionados. Dessa forma, a segurança e confiança no serviço prestado são ampliadas, prevenindo tentativas de uso indevido do nome do Poder Judiciário”, completa Shusiene.

Como funciona o SAI?

O SAI é composto por uma Central de Atendimento ao Jurisdicionado, realizada por equipes de atendimento móveis. Cada equipe que realiza o atendimento conta com o apoio de um conciliador, profissional habilitado para conduzir o caso a partir de técnicas de conciliação e de mediação de conflitos.

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Nos casos em que há conciliação, um termo de acordo é elaborado e assinado entre as partes. O documento então é enviado para homologação judicial.

Já nas situações em que não há conciliação, cópias dos termos são entregues às partes, que são orientadas a procurar o Juizado Especial Cível, caso tenham interesse em propor reclamação. As provas colhidas no local do acidente são armazenadas pelo prazo de seis meses.

Atendimento

Os atendimentos do SAI são feitos de segunda a sexta-feira, das 07 às 19h. Contato: Cuiabá e Várzea Grande (65) 99982-8282 e 99982-8383; Rondonópolis: (66) 99695-8050 e 3410-6100.

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Autor: Bruno Vicente

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Programa Magistratura e Sociedade recebe filósofo Silvio Gallo na sexta-feira (19)

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Cartaz digital para o 36º episódio de Na próxima sexta-feira (19 de junho), vai ao ar a 36ª edição do programa Magistratura e Sociedade. A edição traz entrevista com o filósofo e pedagogista brasileiro Silvio Donizetti de Oliveira Gallo, autor de publicações fundamentais para a pedagogia libertária no Brasil.

A entrevista, conduzida pelo juiz de Direito e professor de Filosofia da Esmagis, Gonçalo Antunes de Barros Neto, aborda o tema “Jurisdição, Sociedade e Formação Filosófica”.

“Tudo são relações de poder. Mas nós precisamos desconfiar de todo exercício de poder, porque nenhum poder é legítimo por natureza. E essa é uma afirmação extremamente forte (…). O que acontece é que um determinado exercício de poder vai procurar, por todas as formas, se legitimar”, destaca Gallo em trecho da entrevista. “Se a vida é atravessada por relações de poder, viver é tomar partido. O tempo todo nós estamos tomando partido de alguma coisa. E eu penso que a imparcialidade, nesse contexto, é uma espécie de mito.”

Gallo é livre-docente em Educação pela Universidade Católica de Campinas e possui ampla atuação na área de Filosofia da Educação, com ênfase em filosofia francesa contemporânea, transversalidade, anarquismo e pedagogia libertária.

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O programa Magistratura e Sociedade, produzido pela Esmagis-MT com apoio da Coordenadoria de Comunicação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, busca fortalecer a formação humanística da magistratura, a reflexão crítica sobre o papel social da Justiça, a integração entre ciência, virtudes e prática jurisdicional e a promoção de uma atuação judicial mais ética, equilibrada e humanizada.

Assista à chamada do programa neste link.

https://www.youtube.com/watch?v=nJeFY7GWYdY

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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