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GMT alerta: é necessário habilitação para conduzir veículos elétricos acima de 1000 watts

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Adolescentes sem capacete e transitando em veículos elétricos e ou ciclomotores se tornou uma cena comum na cidade. Contudo, essa é uma cena que requer cuidados. “Quando transita sem capacete o condutor assume um risco elevado”, avalia o coordenador da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), Márcio Pires. Foi de olho nesse risco que a equipe abordou duas adolescentes nesta manhã, 05 de fevereiro. As meninas circulavam sem capacete e ao abordá-las a equipe constatou a falta de emplacamento do veículo e da carteira nacional de habilitação por parte da condutora, itens obrigatórios no caso de veículos elétricos acima de 1.000 watts que atingem mais de 32 km/h. Nesse caso, o veículo chegava até 45 km/h.

Pires explica que tanto a carteira quanto o emplacamento são itens obrigatórios no caso de veículos acima de 1.000 watts desde 1.º de janeiro de 2026. Essa é uma das orientações da Resolução 966/2023 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a normativa que rege a circulação desses veículos.

Dentre as normas estabelecidas pela Resolução 966/2023 para conduzir um ciclomotor o condutor precisa ter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de categoria A, ou permissão específica para esse tipo de veículo (ACC). Já condutores de bicicletas normais e elétricas, skates e patinetes não necessitam de qualquer tipo de documentação. “E justamente isso dificulta os serviços de fiscalização”, frisa o coordenador ao reforçar a necessidade de registro de veículos ciclomotores.

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“O que chamou a atenção hoje nessa situação especifica foi a falta do capacete um item de segurança fundamental, a partir disso que constatamos as demais irregularidades”, detalha. Nesse caso, o veículo foi guinchado e a equipe da GMT aguardou pela chegada de um responsável ao local.

Pires salienta que os ciclomotores, por ser veículos pequenos, acabam sendo uma opção para os pais que buscam um veículo para que os filhos possam se locomover por conta própria. Contudo, por outro lado, esses veículos oferecem riscos quando passam a disputar espaço no trânsito com automóveis e motocicletas.

“Nós temos recebido muitas denúncias em relação à não observância das leis de trânsito e vamos intensificar as ações de fiscalização com o intuito de evitar acidentes e diminuir riscos para condutores e pedestres”, ressalta.

Segundo a GMT, não há dados em relação ao número de veículos ciclomotores e elétricos que rodam na cidade. “Por isso, mais uma vez ressaltamos que há sim necessidade de emplacamento desses veículos, do uso dos itens de segurança e da CNH para veículos acima de 1000 watts”, reitera.

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Vale pontuar que especificamente no caso de ciclomotores, para estar regularizado, o proprietário precisa fazer o registro e licenciamento do veículo ciclomotor junto ao órgão de trânsito, além de impedir que menores de idade e pessoas não habilitadas tenham acesso ao veículo.

Confira quais são as exigências trazidas pela Resolução 966/2023 para regulamentar o uso de veículos ciclomotores:

Habilitação categoria A ou ACC

Espelhos retrovisores de ambos os lados;

Farol dianteiro e cor branca ou amarela;

Lanterna de cor vermelha na parte traseira;

Velocímetro;

Buzina;

Pneus em condições de segurança;

Dispositivo destinado ao controle de ruído do motor;

Uso de capacete de segurança e vestuário de proteção.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Sorriso

Saúde reforça que imunização é a melhor medida preventiva no combate à meningite

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A Secretaria de Saúde de Sorriso realizou ontem, 22, uma reunião para reforçar as medidas de prevenção em relação à meningite. A secretária-adjunta da pasta, Ana Cláudia Ferraz, pontua que o Município segue todo o protocolo prescrito pelo Ministério da Saúde tanto na prevenção quanto na atuação de casos suspeitos.

A principal medida preventiva, destaca Ana Cláudia, é a imunização. “Hoje o SUS (Sistema Único de Saúde) disponibiliza imunizantes contra a meningite ainda nos primeiros meses de vida do bebê e, realmente, a melhor medida preventiva é a imunização”, salienta.

O Calendário de Vacinação contra meningite do SUS, lembrado por Ana Cláudia, inclui a vacina meningocócica C (conjugada) aplicada em duas doses, aos 3 e 5 meses de idade; a vacina meningocócica ACWY (conjugada) com dose de reforço para os bebês aos 12 meses (substituindo a antiga dose de reforço da Meningo C); a meningocócica ACWY também é aplicada em dose única para adolescentes de 11 a 14 anos. Há ainda a vacina Pneumocócica 10-valente (conjugada) que previne meningite e outras doenças pneumocócicas; a vacina BCG que atua na prevenção de formas graves de meningite tuberculosa.

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Além disso, o SUS disponibiliza a vacina penta (DTP/HB/Hib) vacina adsorvida que atua contra difteria, tétano, pertussis, hepatite B (recombinante) e Haemophilus influenzae B (conjugada) -, é uma composição combinada que previne contra cinco doenças, dentre elas meningite causada pelo Haemophilus influenzae B, aplicada aos 2,4 e 6 meses de vida.

Ana Claudia alerta ainda que pais e responsáveis devem ficar atentos à sintomas como febre alta súbita; dor de cabeça intensa e rigidez no pescoço; vômitos e náuseas; manchas avermelhadas ou roxas na pele; sonolência excessiva, irritabilidade ou confusão mental.

“Ao perceber quaisquer um desses sintomas os pais e ou responsáveis devem procurar a unidade de saúde mais próxima e lembrar sempre: vacinar é a melhor forma de prevenir e evitar complicações da doença”, acrescenta.

A adjunta salienta que esse sábado, 25, é uma oportunidade para pais e responsáveis conferir o cartão de imunização e, se necessário imunizar suas crianças. “Os PSFs Mário Raiter, Amazonas e União estarão abertos das 13 às 17 horas ofertando todos os imunizantes do Calendário Nacional de Imunização; a recomendação é que as famílias aproveitem esse horário extra, no sábado à tarde, para dar uma passadinhas nos PSFs e verificar se falta alguma dose”, diz.

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Vale lembrar que as três unidades foram escolhidas justamente por atender pontos distintos da cidade. Para imunizar, basta levar o cartão de vacina e um documento com CPF ou cartão do SUS. Para quem não tiver cartão de vacinas, o documento é confeccionado na hora.

Vacina na escola

Ana Claudia destaca ainda que os pais devem ficar atentos às agendas escolares dos filhos. “Vamos iniciar a imunização nas escolas e para isso será enviado um termo de autorização que deve ser assinado pelos pais”, adianta. A iniciativa, mais uma vez, visa ofertar praticidade na imunização das crianças.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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