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Polícia Militar prende suspeito de tentativa de roubo contra motociclista em Cuiabá

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Policiais militares do 1º Batalhão prenderam, nesta quarta-feira (4.2), um homem de 20 anos suspeito de tentar roubar um motociclista utilizando um simulacro de arma de fogo, no bairro Jardim Guanabara, em Cuiabá.

Durante rondas ostensivas pela região, a equipe policial foi abordada pela vítima, que relatou ter sofrido uma tentativa de roubo. Conforme a vítima, dois indivíduos tentaram subtrair seus pertences mediante ameaça com o uso de uma arma de fogo. A vítima não obedeceu à ordem de parada e conseguiu fugir do local com sua motocicleta.

Com base nas características repassadas, os policiais iniciaram diligências nas imediações e localizaram dois suspeitos com as mesmas características informadas. Durante abordagem e busca pessoal, nada de ilícito foi encontrado com os indivíduos. Entretanto, no interior de uma bolsa, os militares localizaram um simulacro de arma de fogo do tipo garrucha.

No momento em que percebeu a localização do objeto, um dos suspeitos fugiu a pé e não foi localizado, mesmo após buscas com apoio de outras equipes policiais.

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O suspeito que permaneceu no local foi identificado e relatou aos policiais que adquiriu o simulacro na região central da Capital, alegando que utilizaria o objeto para defesa pessoal após receber ameaças. Os militares retornaram ao local onde ocorreu a tentativa de roubo, porém a vítima não foi localizada.

Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à central de flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência e demais providências cabíveis. O homem foi entregue sem lesões corporais.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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