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Corpo de Bombeiros alerta para prevenção de choques elétricos

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) registrou, em 2025, 38 ocorrências de choque elétrico. Os meses com maior número de registros foram abril, outubro e novembro, com seis ocorrências registradas em cada período.

Conforme o segundo-tenente BM Pedro Rondina, os dados mostram a necessidade de atenção e prevenção contínuas por parte da população, já que muitos acidentes acontecem por descuidos simples do dia a dia.

“Principalmente neste período de fim de ano, marcado por festas e pela utilização de muitos enfeites, é importante redobrar a atenção para os riscos que as instalações elétricas podem oferecer às pessoas e ao patrimônio”, informa o segundo-tenente BM Pedro Rondina.

O choque elétrico ocorre quando uma corrente elétrica atravessa o corpo humano, geralmente, por causa da diferença de potencial elétrico entre duas regiões do corpo, que pode provocar desde efeitos leves até consequências graves.

Os efeitos variam conforme a tensão elétrica, a intensidade da corrente, o tempo de exposição, a área do corpo em contato e o estado de saúde da vítima.

Prevenção

Acidentes elétricos podem ocorrer em residências, locais de trabalho ou áreas externas, geralmente associadas a falhas na instalação ou ao uso inadequado de equipamentos. Entre as principais causas estão fios desencapados, ligações clandestinas, sobrecarga de energia, descargas elétricas atmosféricas (raios), instalações mal executadas, uso de materiais de má qualidade, manuseio de equipamentos com as mãos molhadas e deixar aparelhos eletrônicos, como celulares, carregando durante a noite.

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Ainda de acordo com o segundo-tenente Rondina, a prevenção é a principal forma de reduzir o risco de choques elétricos.

“Esse tipo de situação pode provocar choques elétricos, colocando em risco a segurança da família, além de causar sobrecargas na rede elétrica, que podem danificar equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos e até provocar incêndios na residência. Por isso, a prevenção é a forma central de reduzir o risco de choques elétricos.”

Algumas medidas importantes incluem não se aproximar de fios de alta tensão, utilizar fio terra em aparelhos elétricos, evitar ligar muitos equipamentos na mesma tomada, manter cabos organizados, desligar aparelhos durante chuvas quando houver risco de sobrecarga e comunicar imediatamente situações de risco à área responsável.

Em casa é fundamental desligar a máquina de lavar antes de retirar as roupas, ter cuidado com o uso de adaptadores e extensões, redobrar a atenção com crianças e animais de estimação, não deixar o celular carregando ao lado da cama durante a noite e verificar regularmente as condições dos fios e equipamentos.

O uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), a substituição de fiações antigas e o treinamento adequado de profissionais que lidam com eletricidade também são medidas essenciais para a prevenção de acidentes.

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“A orientação é evitar improvisos e ‘gambiarras’, utilizar apenas mão de obra qualificada nas instalações elétricas, adquirir equipamentos certificados e não utilizar pisca-piscas de procedência duvidosa. Também é importante evitar o uso de muitos aparelhos na mesma tomada, com o uso excessivo de ‘T’s’ e extensões”, afirma o segundo-tenente.

Orientação

Caso a própria pessoa seja vítima de um choque elétrico, recomenda-se deitar-se de costas ou em posição confortável, observar os sintomas e procurar atendimento médico imediatamente diante de sinais graves.

Ao presenciar alguém sofrendo um choque elétrico, a primeira atitude deve ser interromper a fonte de energia, desligando a chave geral ou o disjuntor. Caso isso não seja possível de imediato, devem ser utilizados materiais isolantes, como madeira, borracha ou plástico, para afastar a vítima da fonte elétrica. Nunca se deve tocar diretamente na pessoa sem proteção adequada.

Após isso, é necessário acionar imediatamente o socorro, por meio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ou do Corpo de Bombeiros Militar, pelo número 193.

Fonte: Governo MT – MT

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Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas

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Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.

No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.

Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.

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Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Segue integra da nota:

NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS

Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.

A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.

Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.

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As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.

Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.

Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT

Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT

Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT

Fonte: TCE

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