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Rayssa Leal brilha em casa e se torna tetracampeã inédita da Street League Skateboarding

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A fadinha do skate, Rayssa Leal, de apenas 17 anos, fez história neste domingo ao conquistar seu quarto título mundial da Street League Skateboarding (SLS) no Super Crown, realizado no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Com uma performance dominante, a atleta brasileira se tornou a primeira e única skatista a alcançar quatro campeonatos no principal circuito da modalidade.

Desde o início da competição, a medalhista olímpica demonstrou superioridade, liderando a etapa do começo ao fim. Rayssa manteve a consistência com manobras que frequentemente superavam a marca de 8 pontos, enquanto suas principais adversárias, como a campeã mundial japonesa Yumeka Oda e a australiana Chloe Covell, enfrentaram dificuldades e cometeram erros cruciais que as impediram de ameaçar a liderança da brasileira. Outras skatistas japonesas de destaque, como Liz Akama, Funa Nakayama e Coco Yoshizawa, também não conseguiram superar a atuação impecável de Leal.

Na dinâmica da prova, Rayssa Leal abriu sua participação com uma impressionante nota de 8,3, assumindo a ponta já na fase inicial. Na primeira série de manobras, consolidou sua liderança com um 7,5, elevando seu somatório para 15,8 pontos, à frente de Oda, que registrava 15,2. A vitória foi confirmada na última rodada, quando a australiana Chloe Covell, a única que ainda poderia superá-la, não conseguiu completar sua manobra final. Rayssa, então, sacramentou sua vitória com um 8,1, coroando uma apresentação memorável diante da torcida brasileira.

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O pódio do SLS Super Crown em São Paulo foi completado por Liz Akama, que ficou com a segunda colocação, e Chloe Covell, que conquistou o terceiro lugar. A inédita conquista de Rayssa Leal reforça seu status de um dos maiores nomes do skate mundial.

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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