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Réu é condenado por feminicídio tentado e violência psicológica

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Felipe Moraes da Silva foi condenado a 14 anos e 10 meses de reclusão, além do pagamento de 30 dias-multa, por tentativa de feminicídio contra a ex-companheira e por violência psicológica prolongada durante anos de relacionamento, marcada por humilhações, ameaças e manipulação emocional. O réu foi julgado pelo Tribunal do Júri de Cuiabá, na segunda-feira (1º), e iniciará o cumprimento da pena em regime fechado.Na sessão, o Conselho de Sentença reconheceu que o feminicídio não se consumou por circunstâncias alheias à vontade do acusado, que o crime ocorreu em razão da condição de sexo feminino da vítima, envolveu violência doméstica e familiar e/ou desprezo ou discriminação à condição de mulher, e foi praticado por motivo fútil. A acusação foi conduzida pelo promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins.Segundo a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso, o crime ocorreu em abril deste ano. Felipe atraiu a vítima para um local isolado sob o pretexto de conversar sobre o filho e tentou matá-la por enforcamento e golpe de faca no pescoço. A mulher sobreviveu porque um morador ouviu os gritos e interveio.As investigações apontaram que o casal conviveu por seis anos e teve um filho. Estavam separados havia dois anos, mas o acusado não aceitava o término. Além disso, havia histórico de violência psicológica, física e moral, com comportamento ciumento, controlador e agressivo, bem como manipulação emocional utilizando o filho como instrumento de coação.Processo: 1009105-98.2025.8.11.0042

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a quase 32 anos por matar criança de cinco anos

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O réu Alaor da Silva foi condenado, nesta terça-feira (12), a 31 anos e 10 meses de reclusão pelo homicídio de uma criança de cinco anos, ocorrido no município de Paranatinga (a 373 km de Cuiabá). Ele também foi condenado pelos crimes de posse irregular, porte ilegal e disparo de arma de fogo. O julgamento foi realizado pelo Tribunal do Júri da comarca.O Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT). A sentença determinou ainda o pagamento de indenização no valor de R$ 50 mil aos familiares da vítima. O réu deverá iniciar o cumprimento da pena em regime fechado e não poderá recorrer da decisão em liberdade.Conforme a denúncia do MPMT, o crime ocorreu em fevereiro de 2024 após uma discussão entre o acusado e sua então companheira. Durante o desentendimento, Alaor efetuou um disparo de arma de fogo em direção à mulher, porém o projétil atingiu o neto dela, que estava no local. A criança chegou a ser socorrida por familiares, mas não resistiu aos ferimentos. Após o crime, o réu fugiu e foi preso dias depois.A promotora de Justiça Fernanda Luiza Mendonça Siscar, que atuou no plenário do Júri, destacou que a condenação representa uma resposta firme do Sistema de Justiça à sociedade. “Tenho plena consciência de que nenhuma pena, ainda que tenha sido fixada em 31 anos e 10 meses de reclusão, será capaz de retirar a dor sentida por essa família ou de trazer essa criança de volta. No entanto, a condenação pode representar uma forma de amenizar esse sofrimento e de trazer algum conforto, a partir do sentimento de que a Justiça foi efetivamente prestada”, ressaltou.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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