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Projeto “Cores da Resistência” promove reflexão sobre racismo

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da Promotoria de Justiça de Diamantino (183 km de Cuiabá), marcou presença no evento “Cores da Resistência”, realizado nesta quinta-feira (27) na Escola Estadual Militar Tiradentes Dr. Manoel José Murtinho.A iniciativa, desenvolvida pela disciplina de Arte da unidade escolar, teve como objetivo promover reflexões sobre a importância da luta antirracista e valorizar a cultura afro-brasileira no ambiente educacional.A promotora de Justiça Maria Coeli Pessoa de Lima integrou o júri avaliador das atividades apresentadas pelos estudantes, que foram protagonistas na produção de trabalhos artísticos e culturais. Entre as ações realizadas, destacaram-se exposições de imagens, declamação de poemas, desfiles temáticos e culinária inspirada na matriz africana.Segundo os organizadores, o projeto buscou conscientizar alunos, familiares e toda a comunidade escolar sobre a necessidade de combater o racismo como uma postura ética e social, indo além de um simples tema de estudo. “É fundamental que a escola seja um espaço de empatia, respeito e valorização da diversidade”, reforçou o professor da disciplina de Arte, Walter Nascimento.A promotora de Justiça destacou a importância da ação. “O combate ao racismo começa com a conscientização e a educação. Projetos como o ‘Cores da Resistência’ mostram que a escola é um espaço essencial para promover respeito, empatia e valorização da diversidade. É uma honra para o Ministério Público participar e apoiar ações que fortalecem esses valores.”

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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