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MPMT é finalista no Prêmio J Ex com o Sistema Sisplan

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi finalista da 6ª Edição do Prêmio de Inovação Judiciário Exponencial (J Ex), na categoria Projetos / Inovação Tecnológica, com o Sistema de Planejamento e Gestão (Sisplan). A cerimônia de premiação ocorreu na segunda-feira (24), em Brasília, reunindo instituições de todo o país.De acordo com a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão, Anne Karine Louzich Hugueney Wiegert, o reconhecimento evidencia o compromisso do MPMT com práticas modernas de gestão e com a melhoria contínua dos serviços prestados à sociedade.“Sermos finalistas nesta premiação nacional reforça que estamos no caminho certo ao investir em inovação, planejamento estratégico e eficiência. É um incentivo para seguirmos avançando,” destacou.Conforme explicou a chefe do Departamento de Planejamento e Gestão do MPMT, Annelyse Cristine Candido Santos o Sistema de Planejamento e Gestão (Sisplan) foi pensado e desenvolvido por membros e servidores da área de Planejamento, com apoio técnico do Departamento de Tecnologia da Informação do MPMT. “Essa “prata da casa” serve como instrumento de gerenciamento do Planejamento institucional e dos projetos. A premiação reconhece todo o trabalho exitoso desenvolvido até aqui na busca pela eficiência da gestão institucional”, disse.A premiação J Ex foi dividida em duas grandes categorias: Projetos e Pessoas. Mais de 600 iniciativas concorreram, avaliadas em duas etapas. Na categoria Projetos/Iniciativas, as propostas foram analisadas pela Fundação Instituto de Administração (FIA) e por uma comissão de especialistas. Já na categoria Pessoas, as indicações passaram por avaliação técnica e votação realizada por participantes previamente cadastrados na plataforma.Em sua sexta edição, o prêmio busca reconhecer e incentivar iniciativas inovadoras no âmbito tecnológico, de gestão e de metodologias aplicadas ao ecossistema de Justiça, além de valorizar profissionais que contribuem para a transformação positiva do Judiciário brasileiro.Sobre o Sisplan – Instituído pelo Ato Normativo Conjunto nº 113/2024 da Procuradoria-Geral de Justiça e Corregedoria-Geral do MPMT, o Sisplan é uma ferramenta estratégica de apoio ao Planejamento Estratégico Institucional (PEI). Seu objetivo é aprimorar o monitoramento, a execução e o gerenciamento da estratégia institucional, possibilitando a otimização do trabalho realizado pelos integrantes da instituição.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Procurador do MPMT apresenta Siscalc em evento do CNMP

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O procurador de Justiça do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Gerson Barbosa, apresentou o Siscalc Ambiental durante a sexta edição do programa Diálogos Ambientais, promovido pela Comissão de Meio Ambiente do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). A ferramenta foi destacada como uma inovação voltada a dar mais eficiência, segurança jurídica e celeridade à atuação do Ministério Público na responsabilização por danos ambientais.O Siscalc Ambiental é um sistema desenvolvido para realizar a valoração de danos ambientais de forma automatizada, padronizada e célere. Criado em 2025 e ainda em fase de desenvolvimento, o sistema atua inicialmente nos casos de desmatamento ilegal e exploração de madeira, com o objetivo de oferecer maior segurança jurídica e eficiência às promotorias de Justiça.Durante a apresentação, o procurador explicou que a ferramenta surgiu a partir da necessidade de superar entraves históricos na quantificação dos danos ambientais. “O sistema de cálculo de danos ambientais do Siscalc visa dar maior celeridade e autonomia às promotorias. Sentíamos uma insegurança jurídica devido a métodos não padronizados e a morosidade, pois o órgão de execução dependia dos técnicos do CAEX ambiental”, afirmou.Uma das principais inovações do Siscalc Ambiental é a possibilidade de o próprio membro do Ministério Público realizar os cálculos de forma imediata. Antes da implementação da ferramenta, o tempo médio para a valoração de um dano ambiental era de 136 dias, podendo chegar a oito meses. Com o novo sistema, esse prazo é reduzido para cerca de 15 minutos. “Os cálculos são automatizados em aproximadamente 15 minutos, baseados em parâmetros validados e jurisprudência”, destacou Gerson.O sistema utiliza critérios técnicos para estimar o valor do dano, considerando aspectos como o tipo de vegetação nativa afetada, o grau de impacto ambiental e a capacidade de regeneração da área degradada. Além disso, inclui custos de reposição e a aplicação de índices de correção monetária, como o IPCA, desde a data do dano até sua efetiva reparação.A escolha pelo foco inicial no desmatamento, de acordo com o procurador, está relacionada à urgência das mudanças climáticas e à importância dos biomas presentes em Mato Grosso, como Amazônia, Pantanal e Cerrado. Dados apresentados durante a exposição mostram que o ritmo de desmatamento ainda é elevado, o que reforça a necessidade de instrumentos mais ágeis e eficazes de controle e responsabilização.Durante a apresentação, foi demonstrado um caso concreto no município de Aripuanã, em que o sistema estimou, em poucos minutos, um dano ambiental superior a R$ 23 milhões, a partir de uma média de desmatamento entre 20 e 30 hectares por dia. O exemplo evidenciou o potencial da ferramenta para transformar a atuação institucional.Gerson Barbosa também adiantou que o Siscalc Ambiental seguirá em expansão, com a inclusão de novos parâmetros para ampliar sua aplicação. “O próximo passo será criar parâmetros para o cálculo de danos morais coletivos, impactos em recursos hídricos e também danos causados por empreendimentos hidrelétricos e outros”, explicou.Ao final da apresentação, o conselheiro Thiago Roberto Moraes Dias destacou a relevância da iniciativa. “Obrigado, Dr. Gerson, parabenizo pelo trabalho que encurta bastante o tempo na apuração dos danos ambientais, que talvez fosse o maior desafio nessa temática”, afirmou.Participaram da apresentação o engenheiro florestal José Guilherme Roquette, os assessores de Tecnologia da Informação do Departamento de Tecnologia da Informação (DTI) Rodrigo Fonseca de Moraes e Fabrício Santos da Silva, que trabalharam no desenvolvimento do sistema.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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