A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MT) promoveu, nos dias 18 e 19 de novembro, o IV Encontro de Gestão de Pessoas do Poder Executivo do Estado de Mato Grosso, com o tema “Maximizando o Potencial Humano: produtividade e eficiência no setor público”. O evento foi realizado no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, reunindo 400 pessoas, dentre elas gestores, servidores e especialistas, para discutir boas práticas e inovações na administração pública.
Segundo a secretária de Planejamento e Gestão em exercício, Priscilla Bastos, o encontro é um espaço valioso para fortalecer vínculos, compartilhar experiências e construir soluções juntos.
“O tema ‘Maximizando o potencial humano’ traduz exatamente o compromisso do Governo de Mato Grosso. Pois, não se trata apenas de melhorar, mas de levar cada equipe ao seu nível máximo de desempenho, com ética, empatia, comunicação eficiente e ambiente seguro para troca de ideias. Que cada participante aproveite este encontro para refletir sobre as competências que deseja desenvolver e sobre como podemos construir equipes mais fortes e colaborativas. Assim, quando os servidores se sentem valorizados e ouvidos, a Administração Pública evolui. Seguimos confiantes de que somos, e continuaremos sendo, um dos melhores quadros de servidores públicos do Brasil”, destacou Priscilla Bastos.
Secretária de Planejamento e Gestão em exercício, Priscilla Bastos.
A secretária adjunta de Gestão de Pessoas, Lidiane Leite, ressalta que o encontro promoveu a reflexão sobre estratégias que impulsionam o potencial humano e aperfeiçoam a gestão pública.
“O IV Encontro de Gestão de Pessoas chega com a proposta de discutir como podemos maximizar o potencial humano para elevar a produtividade e a eficiência no setor público. É um momento estratégico para refletirmos sobre práticas modernas de gestão, fortalecer competências e construir soluções que aprimorem os serviços entregues à sociedade”, disse Lidiane Leite.
Secretária adjunta de Gestão de Pessoas, Lidiane Leite.
Para a servidora pública do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT), Milena Baseggio Mazzocco, o evento é um momento muito importante de atualização profissional.
“Eventos como este são essenciais para fortalecer a Gestão de Pessoas no Estado. Eles promovem atualização, alinhamento e integração entre as equipes de todas as secretarias, garantindo que avancemos de forma conjunta e estratégica. As oficinas e as palestras oferecem uma renovação importante para o nosso trabalho cotidiano, trazendo novos olhares e impulsionando melhorias contínuas. Participar dessa programação é sempre enriquecedor e reforça nosso compromisso com a excelência no serviço público”, opinou Milena.
Valkíria Lemes, servidora do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), estava com expectativa alta com relação a sua participação no IV Encontro. “A expectativa para este evento é sempre muito alta. No ano passado, ao participar pela primeira vez, fiquei positivamente surpreendida, e desde então aguardo com entusiasmo por cada nova edição. Sabemos o quanto a equipe da Seplag se dedica para trazer ferramentas inovadoras e novas perspectivas para a Gestão de Pessoas no Estado. É gratificante ver o engajamento dos servidores, porque, no fim das contas, são as pessoas que impulsionam e transformam a administração pública. Participar dessa troca de experiências é extremamente valioso para o fortalecimento do nosso trabalho”, acrescentou Valkíria.
A programação teve início na terça-feira (18.11), às 9h, com a palestra magna “Incomparável: não basta ser diferente”, ministrada por Flávio Tavares, que abordou o protagonismo e a autenticidade no ambiente profissional.
Durante a tarde, ocorreram três oficinas, sendo elas sobre SIGPAS, SIEP – SIAD. O segundo dia (19.11) contou com três temas técnicos: Perícia e Gerenciamento de Riscos Psicossociais, Automatização da Progressão Vertical e Engenharia de Prompt.
À tarde, o público acompanhou a palestra “Do desempenho individual ao resultado coletivo: como transformar potencial em eficiência pública”, com Patric Souza, e, em seguida, a palestra magna “Exponencial: enquanto estilo de vida”, ministrada por Thiago Athanázio.
Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.
O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.
Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.
Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.
Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.
Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.
A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.
Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.
Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.
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