A Escola de Saúde Pública de Mato Grosso (ESP-MT), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), promove o curso “Mídias Sociais e EduComunicaSUS para a Promoção da Saúde” para melhorar as habilidades de comunicação dos trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS). A capacitação ocorre no Hotel Fazenda Mato Grosso desta quarta a sexta-feira (9 a 11.4).
A qualificação também visa ampliar o alcance das ações de saúde pública e combater a desinformação. “A importância do curso é realizar uma troca de saberes para qualificar os profissionais do SUS sobre o uso estratégico das mídias sociais na promoção da saúde em seus territórios de atuação”, explicou o publicitário sanitarista Isdenil Evangelista da Silva, da ESP.
Segundo Silva, serão realizadas 24 horas de aulas presenciais e seis horas online. “Serão atividades no local de trabalho a serem disponibilizadas em nosso ambiente virtual de aprendizagem”, destacou.
O primeiro dia de evento reuniu cerca de 130 participantes. Eles foram divididos em cinco grupos de trabalho, tratando diversos temas na comunicação em saúde: comunicação e saúde, mediação, equidade e interculturalidade; comunicação, saúde e mídias; planejamento e comunicação em saúde; comunicação, trabalho, saúde, cibercultura e redes digitais; educação, comunicação, risco, saúde e suas interfaces com a saúde coletiva.
A programação conta com a participação de especialistas na relação entre comunicação, saúde e educação, como os professores: Aluízio Azevedo (Universidade Federal de Mato Grosso/Fiocruz), Mauricio Júnior (Universidade Federal da Bahia), Bruno Silva (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), Bruno Olivatto (Universidade Federal da Bahia) e Marcele Paim (Universidade Federal da Bahia).
O curso é uma continuidade do evento online “Círculo de Cultura – Circuito Virtuoso das Mídias Sociais”, realizado em agosto de 2024. Durante as atividades, serão debatidas situações reais enfrentadas pelos trabalhadores em seus territórios.
A ampliação da área de cobertura dos serviços pré-hospitalares em Mato Grosso, após a integração entre o Corpo de Bombeiros Militar e o Samu, em junho de 2025, aumentou o número de atendimentos e garantiu que as ambulâncias cheguem mais rápido a quem mais precisa.
No primeiro trimestre de 2025, foram atendidas 5.578 ocorrências médicas. No mesmo período de 2026, o número subiu para 8.692 atendimentos. O crescimento é resultado direto da integração entre as instituições, que ampliou o número de equipes disponíveis nas ruas e, consequentemente, a capacidade de atendimento à população.
“A cooperação atual é extremamente produtiva e resolutiva. Sabemos que o atendimento pré-hospitalar é um fator crítico de qualidade assistencial, e desde a integração já ampliamos a cobertura e qualificamos o atendimento, com profissionais de saúde preparados”, afirmou o secretário de Saúde de Mato Grosso, Juliano Melo, durante audiência na Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (22.4).
A parceria entre as instituições ocorre por meio do Sistema Estadual de Atendimento Pré-Hospitalar.
Na prática, as equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros atuam de forma integrada e compartilham a mesma central de regulação, que funciona na estrutura do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp). Com isso, os chamados de urgência e emergência médica são direcionados para a equipe mais próxima.
A regulação conjunta também reduziu o tempo de espera pelo atendimento em 31%. Antes, a população da Baixada Cuiabana aguardava, em média, 25 minutos por uma ambulância. Com a parceria, o tempo-resposta caiu para 17 minutos, diminuindo o intervalo entre o chamado e a chegada das equipes.
De acordo com o secretário, a melhoria no tempo de atendimento é resultado do aumento no número de profissionais. Antes, a região contava com 12 equipes. Com a parceria, esse número passou para 25.
Desde a implantação do Sistema Estadual de Atendimento Pré-Hospitalar, o Corpo de Bombeiros contratou mais de 200 profissionais, entre enfermeiros, técnicos de enfermagem, condutores e auxiliares, para reforçar as equipes. Os militares que atuam no atendimento pré-hospitalar também possuem formação na área da saúde, e a criação das novas equipes não comprometeu os demais serviços da instituição.
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