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Ager-MT disponibiliza nova versão digital da Cartilha de Ouvidoria

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A Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager-MT) publica nesta sexta-feira (21.3), a nova versão digital da Cartilha da Ouvidoria. A Cartilha está disponível no site oficial da Agência (www.ager.mt.gov.br).

O documento tem como objetivo esclarecer à população o papel da Ouvidoria da Ager-MT e detalhar os tipos de manifestações que podem ser feitas por meio deste canal, incluindo reclamações, denúncias, sugestões, críticas e elogios.

Dividida em três seções, a Cartilha começa com informações gerais sobre as funções da Ager-MT, os serviços públicos que são regulados e fiscalizados pela autarquia e as situações em que os cidadãos devem acionar a Ouvidoria.

A segunda parte da Cartilha orienta sobre os documentos necessários para fazer o primeiro contato com o setor e os canais de atendimento disponíveis para cada tipo de demanda. A última seção destaca a transparência e o sigilo no tratamento das manifestações.

A Ager-MT, criada pela Lei Nº 7.101, de 14 de janeiro de 1999, é responsável pela regulação e fiscalização de diversos serviços públicos concedidos à iniciativa privada, incluindo rodovias estaduais pedagiadas, transporte ferroviário, gás canalizado, saneamento, balsas em rios estaduais, transporte rodoviário intermunicipal de passageiros e a gestão do Terminal Rodoviário Engenheiro Cássio de Sá, em Cuiabá.

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“Neste documento, a Agência orienta o usuário sobre as funções da Ouvidoria enquanto canal de voz do cidadão, para que ele deixe suas impressões sobre a prestação dos serviços públicos delegados”, afirmou o diretor regulador de Ouvidoria e Saneamento da autarquia, Jossy Soares.

A Cartilha de Ouvidoria está disponível para consulta e download no site da Ager-MT, oferecendo maior transparência e acessibilidade aos serviços prestados pela Agência. Clique aqui para ter acesso.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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