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Secel disponibiliza kits de livros para doação às bibliotecas públicas de Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), por meio do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de Mato Grosso (SEBP-MT), disponibiliza kits de livros para doação às bibliotecas públicas do Estado. Cada conjunto contém 75 exemplares de obras de autores mato-grossenses.

Produções literárias diversas, como romances, poemas, contos, e literaturas infantil e infantojuvenil, compõem o kit de doação. Todos os livros foram contemplados no edital Estevão de Mendonça de Incentivo à Literatura Mato-Grossense, promovido pela Secel em 2022.

Entre as obras estão “A Boneca de Rubi” de Neide Silva, “Beco das Almas” de Wanderley Wasconcelo, “Versos de uma Preta” de Edilene Rodriguez, “Saranzal” de Luciene Carvalho, “Tempos Íntimos” de Larissa Campos, “Os Bichos Escrevem” de Lucinda Persona, e várias outras.

“São livros que serão incorporados ao acervo das bibliotecas municipais e comunitárias vinculadas ao Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas. Essa iniciativa visa fortalecer as bibliotecas do Estado, promovendo maior acesso ao livro e incentivando a leitura”, explica o coordenador do SEBP-MT, Carlos de Assunção Santos.

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Para ter direito aos livros, a biblioteca deve estar regularmente integrada ao SEBP-MT, estar aberta ao público e promover ações de incentivo à leitura. Atendendo a esses requisitos, as instituições devem formalizar a solicitação por meio de ofício direcionado ao e-mail, [email protected].

Após o recebimento do ofício, será realizado o agendamento da retirada do kit, com definição de local e horário para a entrega. O deferimento da solicitação e o agendamento serão confirmados também por e-mail.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected].

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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