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Últimos dias para inscrições dos projetos sociais dos Bombeiros na Região Metropolitana de Cuiabá

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) abriu inscrições para 445 vagas em projetos sociais na Região Metropolitana de Cuiabá, com inscrições até 19 de março, online ou presencialmente. Os projetos, gratuitos e voltados a crianças e adolescentes de 8 a 17 anos, regularmente matriculados em escolas públicas ou privadas, ocorrem em Cuiabá, Várzea Grande, Nossa Senhora do Livramento e Poconé.

Os programas fazem parte do Proesbom e oferecem atividades educativas e de desenvolvimento pessoal, com fornecimento de uniforme e lanche. As atividades acontecem no contraturno escolar ou aos sábados, em turmas de até 35 alunos. Distribuição das vagas:

  • Karabom: 210 vagas
  • Bombeiros do Futuro: 175 vagas
  • Musicalizar: 60 vagas (30 para iniciação e 30 para formação de banda)

Do total das vagas, 75% são para estudantes com renda familiar de até 1,5 salário mínimo e cadastrados no CadÚnico, enquanto 25% são de ampla concorrência. As vagas serão preenchidas por ordem de inscrição, com formação de cadastro reserva caso ultrapasse o número de vagas.

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A matrícula deve ser feita presencialmente entre 24 e 28 de março na unidade escolhida. A não efetivação da matrícula libera a vaga para o cadastro reserva. Clique aqui para mais detalhes no edital.

>>Clique aqui para realizar a sua inscrição.<<

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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