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“Patrulha Rural da PM resgata a segurança e a tranquilidade de se viver no campo”, afirma produtor rural de Cáceres

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“As equipes da Patrulha Rural resgatam a sensação de tranquilidade e segurança de se viver no campo”. A declaração é do produtor rural Hélio César de Oliveira, do município de Cáceres (a 220 km de Cuiabá), sobre o policiamento ostensivo, tático e preventivo por parte dos policiais militares no interior do Estado de Mato Grosso.

A Patrulha Rural está presente nos 142 municípios, por meio dos 15 Comandos Regionais. O programa foi criado pelo Governo de Mato Grosso em 2021 e intensificou a atuação da polícia na segurança pública de quem mora na zona rural.

“É um trabalho muito importante que proporciona segurança aos produtores rurais e seus familiares. O trabalho é diuturno para auxiliar os moradores e garantir a segurança. O deslocamento é rápido e eficiente. Os militares são muito bem preparados e capacitados”, ressaltou César.

O agricultor Raimundo Silva, de Bom Jesus do Araguaia (a 867 km de Cuiabá), também confirmou que o policiamento da Patrulha Rural de Mato Grosso tem proporcionado sensação de segurança para quem mora no campo.

“Só temos a agradecer aos homens e mulheres que compõem a Patrulha Rural da Polícia Militar. Há muitos anos não víamos um policiamento com tanta frequência na zona rural do Estado. Isso tem nos proporcionado uma melhor sensação de segurança no campo”, disse.

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Em suas atividades, as equipes da Patrulha Rural promovem o monitoramento georreferenciado das propriedades rurais, assentamentos e chácaras, com policiamento especializado voltado a trechos de plantações, locais de difícil acesso, comunidades rurais, fazendas e áreas ribeirinhas.

A Patrulha Rural também coordena um trabalho preventivo com visitações, orientações e realização de cadastros de propriedades rurais em todo o Estado, promovendo, assim, uma aproximação com a população.

O comandante do 6º Comando Regional em Cáceres, tenente-coronel Adão César Rodrigues Silva, relembrou que uma das maiores dificuldades do policiamento rural era o difícil acesso às comunidades rurais.

“O trabalho preventivo era muito precário. Com a implantação do programa, cadastro das propriedades rurais e investimento do Governo de Mato Grosso, hoje se tem viaturas e efetivos próprios para esse tipo de policiamento ostensivo, tático e preventivo. As rondas se tornaram constantes em todos os 142 municípios, distritos e comunidades rurais. Com isso, se estabeleceu um elo de confiança dos moradores das áreas rurais com a Polícia Militar. Esse proprietário passa a ser os olhos da segurança”, comentou.

Segurança no campo

Somente no ano de 2024, policiais militares da Patrulha Rural visitaram mais de 28 mil propriedades rurais e cadastraram 986 novas propriedades no interior do Estado. Além disso, as equipes apreenderam 624 quilos de drogas, registraram 304 boletins de ocorrências e outras 79 foram presas em flagrante por crimes diversos nas zonas rurais.

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Os policiais militares apreenderam 51 armas de fogo, recuperaram seis veículos com registro de roubo e furto e 16 pessoas foram flagradas com mandado de prisão em aberto. Os dados são da Superintendência de Planejamento Operacional e Estatística (SPOE), vinculado à Polícia Militar.

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Claudio Fernando Carneiro Tinoco, destacou que a valorização da segurança no campo é um instrumento importante para impedir ações criminosas cometidas por invasores de terras e, consequentemente, impedir crimes ambientes como desmatamento ilegal em áreas de preservação ou propriedades privadas.

Além disso, o coronel Fernando reforçou que os investimentos por parte do Governo do Estado fortalecem ainda mais as ações de combate à criminalidade na zona rural, frustrando tentativas de roubo ou furto, recuperando cargas de grãos, defensivos agrícolas, equipamentos, gado e fertilizantes.

“O Governo de Mato Grosso entregou caminhonetes, espingardas e fuzis de última geração para proporcionar maior segurança aos nossos policiais militares e qualidade do serviço prestado à população. Esse tipo de investimento impede ações de invasores de terras, na qual o governador Mauro Mendes decretou tolerância zero a esse tipo de crime no Estado”, declarou o coronel Fernando.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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