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Bombeiros retiram corpos de homem e cavalo presos às ferragens após acidente na MT-170

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, na noite de sábado (1°.3), o desencarceramento de dois corpos, sendo de um homem e outro de um equino, que ficaram presos às ferragens de um veículo após um acidente na MT-170, em Brasnorte (a 588,5 km de Cuiabá).

A equipe da 14ª Companhia Independente de Bombeiros Militar (14ª CIBM) foi acionada por volta das 20h pela Polícia Judiciária Civil para atender a ocorrência, realizando a remoção dos corpos da vítima e do animal. Os procedimentos de primeiros socorros já haviam sido realizados por equipes de resgate. O acidente envolveu uma colisão frontal entre um veículo de passeio e um grupo de equinos, de acordo com informações repassadas pela Polícia Civil.

No local, os bombeiros militares identificaram que a parte frontal do veículo estava completamente destruída e que o corpo do cavalo foi projetado sobre os bancos do condutor e do passageiro devido ao impacto. No momento do acidente, apenas o condutor estava no veículo e o óbito foi confirmado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

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Após a conclusão dos procedimentos periciais, os bombeiros militares deram início à remoção dos corpos, empregando técnicas especializadas de desencarceramento para garantir uma operação segura e eficiente. Foi necessário cortar a lataria do veículo com equipamentos específicos para liberar os corpos. Para a remoção do cavalo, devido ao seu porte, foi requisitado o apoio de maquinários para içá-lo para fora do veículo.

Com o resgate das vítimas concluído, os corpos foram encaminhados aos órgãos competentes para os procedimentos necessários. Não há informações sobre a dinâmica da colisão.

Veja a atuação dos bombeiros nessa ocorrência

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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