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Cinco faccionados são presos pela PM suspeitos por aplicarem golpes virtuais

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Cinco homens suspeitos por integrarem uma facção criminosa e cometerem estelionato em Várzea Grande foram presos, na noite desta terça-feira (18.2), por policiais militares do 4º Batalhão. Com eles, as equipes apreenderam R$ 4 mil em espécie, máquinas de cartão, diversos cartões de crédito e débito, aparelhos celulares e caderno contendo anotações de supostas vítimas.

Durante patrulhamento tático em decorrência da Operação Tolerância Zero na região metropolitana, os policiais militares receberam denúncia de que dois homens, em uma motocicleta preta, teriam entregado um envelope para o condutor de um veículo Fiat Uno, nas imediações de um posto de combustível próximo à Avenida Alzira Santana.

Após a denúncia, as equipes intensificaram o policiamento na região e flagraram os suspeitos na calçada de um shopping center no município. Os suspeitos tentaram fugir, mas foram detidos em seguida.

Questionados sobre a denúncia, eles confessaram que teriam entregado R$ 9 mil em espécie proveniente de estelionato por meio da Internet e que o dinheiro era rateado entre membros de uma facção criminosa. O valor foi sacado em uma casa lotérica na região.

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Em seguida, os suspeitos relataram um novo endereço que seria como ponto de encontro de faccionados envolvidos no esquema ilegal. Ao se deslocarem à casa, os policiais militares flagraram o veículo apontado na denúncia e abordaram outros integrantes da quadrilha.

Os suspeitos alegaram que eram responsáveis pelos saques e de fazerem a distribuição para outros integrantes da facção. Com a quadrilha, os policiais apreenderam R$ 4 mil em espécie, máquinas de cartão, diversos cartões de crédito e débito, aparelhos celulares e caderno contendo anotações de supostas vítimas.

As equipes identificaram que um dos detidos estaria envolvido em homicídios de vítimas vindas do Estado do Maranhão. Os suspeitos e todo material apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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