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Jovem promessa decide e São Paulo vence a Portuguesa de virada no Pacaembu

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A estrela de Ryan Francisco brilhou intensamente na noite desta quarta-feira. Com um gol nos acréscimos do segundo tempo, o atacante de 18 anos, herói da recente conquista da Copinha, garantiu a vitória do São Paulo sobre a Portuguesa por 2 a 1, de virada, no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu), pela quinta rodada do Campeonato Paulista. André Silva, de pênalti, marcou o outro gol tricolor. Renan Peixoto havia aberto o placar para a Lusa.

Com a equipe principal poupada visando compromissos futuros, o São Paulo entrou em campo com uma formação totalmente reserva. No entanto, foi Ryan Francisco, craque da Copinha com dez gols em oito jogos, quem decidiu o confronto. O jovem atacante, que já demonstra ser a próxima grande promessa do clube, coroou sua atuação decisiva com o gol da vitória.

Primeiro tempo movimentado

A partida começou com um contratempo. Um dos refletores do Pacaembu apresentou problemas, causando uma breve interrupção. Logo após o reinício, aos 14 minutos, a Portuguesa abriu o placar. Renan Peixoto aproveitou uma falha da defesa tricolor e, com categoria, encobriu o goleiro Jandrei para fazer 1 a 0.

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A resposta do São Paulo veio rápida. Aos 22 minutos, Erick foi derrubado na área após cruzamento. O árbitro, inicialmente, não marcou a penalidade, mas, após revisão do VAR, voltou atrás. André Silva cobrou com perfeição, no ângulo, igualando o marcador.

O Tricolor cresceu no jogo e teve boas chances para virar ainda no primeiro tempo, com Bobadilla e Marcos Antônio, mas parou nas boas defesas do goleiro adversário e em uma finalização imprecisa. Nos acréscimos, Ferraresi criou duas boas oportunidades, mas André Silva teve um gol anulado por toque de mão e Ferreira parou em grande defesa do goleiro da Lusa.

Segundo tempo e a explosão de Ryan Francisco

A etapa complementar seguiu o ritmo da primeira. A Portuguesa assustou com um chute forte de Fernando Henrique, defendido por Jandrei. O São Paulo, por sua vez, buscava a virada com insistência. André Silva, Ferreira e Bobadilla tiveram boas chances, mas não conseguiram converter.

Na reta final, o técnico Luis Zubeldía lançou mão de duas jovens promessas vindas da Copinha: Ryan Francisco e Lucas Ferreira. A mudança surtiu efeito imediato. Aos 46 minutos, Ryan Francisco recebeu passe em profundidade, invadiu a área e finalizou com precisão, decretando a vitória são-paulina por 2 a 1.

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Próximos desafios

O São Paulo volta a campo no próximo sábado, às 20h30 (de Brasília), para enfrentar o Santos, na Vila Belmiro, pela sexta rodada do Campeonato Paulista. A Portuguesa, no mesmo dia, às 16h, encara o Botafogo-SP, novamente no Pacaembu.

FICHA TÉCNICA

PORTUGUESA 1 X 2 SÃO PAULO

Local: Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo
Data: 29/01/2025
Horário: 21h35 (de Brasília)
Árbitro: Matheus Delgado Candançan
Gols: Renan Peixoto, aos 14 do 1ºT (Portuguesa); André Silva, aos 22 do 1ºT, e Ryan Francisco, aos 46 do 2ºT (São Paulo)
Cartões amarelos: Santiago Longo, Patryck, Ruan (São Paulo); Tauã (Portuguesa)

PORTUGUESA: Rafael Santos; Alex Silva, Gustavo Henrique, Alex Nascimento e Pedro Henrique; Fernando Henrique, Hudson (Tauã) e Daniel Júnior (Rildo); Jajá Silva (Everton), Maceió (Guilherme Portuga) e Renan Peixoto (Kaue Dias). Técnico: Cauan de Almeida.

SÃO PAULO: Jandrei; Ferraresi, Ruan, Sabino e Patryck (Enzo Díaz); Santiago Longo (Rodriguinho), Bobadilla e Marcos Antônio; Erick (Lucas Ferreira), Ferreira (Ryan Francisco) e André Silva (Calleri). Técnico: Luis Zubeldía.

Fonte: Esportes

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Espanha conquista bicampeonato mundial e frustra sonho argentino

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Após 16 anos de espera, a Espanha voltou a erguer a taça de campeã do mundo. Neste domingo, a Fúria derrotou a Argentina por 1 a 0, na grande final da Copa do Mundo de 2026, disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O gol do título saiu dos pés de Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação, coroando uma partida em que os europeus dominaram de ponta a ponta.

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O triunfo espanhol guardou semelhanças impressionantes com a primeira conquista mundial do país, em 2010. Assim como naquela ocasião, quando Andrés Iniesta, então jogador do Barcelona, decidiu a final contra a Holanda na prorrogação, desta vez foi um atleta do mesmo clube — Ferrán Torres — quem apareceu no momento decisivo para balançar as redes e garantir o bicampeonato.

A Argentina, por sua vez, perdeu a oportunidade de levantar a taça pela quarta vez e de se juntar a Itália e Brasil como as únicas seleções bicampeãs consecutivas do torneio. Os sul-americanos, que haviam vencido em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram repetir o feito.

O jogo

O início da partida foi movimentado. Aos quatro minutos, Lamine Yamal trocou passes com Dani Olmo na entrada da área e arriscou com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martinez reagiu bem e evitou o gol. A Argentina respondeu imediatamente, com Julián Álvarez roubando a bola no meio e servindo Messi nas costas da zaga. O goleiro Unai Simón, no entanto, saiu rápido e cortou o lance.

A partir desse momento, o jogo perdeu intensidade. A Espanha controlou a posse de bola e só voltou a ameaçar aos 37 minutos, quando Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, parando em Dibu Martinez. Cinco minutos depois, Cucurella tentou de longe e também levou perigo. A Argentina, por sua vez, encerrou o primeiro tempo sem nenhuma finalização a gol, demonstrando dificuldade para escapar da marcação espanhola.

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Na segunda etapa, a Fúria manteve a postura ofensiva. Com menos de um minuto, Baena avançou pela esquerda e bateu colocado, mas o goleiro argentino agarrou. Aos 18 e aos 21, Dani Olmo e Ferrán Torres obrigaram Dibu Martinez a trabalhar novamente. Aos 31, Pedri carregou a bola e finalizou em cima do arqueiro. Na sequência, Cubarsí arriscou de fora da área e parou em mais uma defesa.

O cenário se complicou ainda mais para a Argentina aos 47 minutos, quando Enzo Fernández cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais, a Espanha quase definiu o jogo aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martinez espalmou e enviou a partida para a prorrogação.

No primeiro tempo da prorrogação, o domínio espanhol continuou. Aos dois minutos, Pedri cruzou para Nico Williams, que cabeceou para grande defesa de Dibu Martinez. Aos cinco, Williams chegou a balançar as redes, mas o gol foi anulado por falta de Merino em Otamendi. Aos 12, o próprio Merino cabeceou para o chão e viu a bola raspar na trave.

O gol tantas vezes buscado finalmente saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro avançou pela direita e cruzou na segunda trave. Nico Williams desviou de cabeça para o meio da área, e Ferrán Torres chegou chutando forte com a perna esquerda, sem chances para o goleiro argentino. O atacante ainda fez o segundo aos sete minutos, mas o lance foi invalidado por impedimento.

A Argentina tentou reagir nos minutos finais. Aos 14, Messi tocou para Simeone, que cruzou rasteiro pela direita. Tagliafico chegou para empurrar, mas a zaga espanhola afastou. Na sequência, Messi cobrou escanteio, a bola sobrou com Simeone, que finalizou por cima do gol.

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Para Lionel Messi, a que pode ter sido sua última Copa do Mundo terminou de forma amarga. Marcado de perto pela defesa espanhola, o camisa 10 teve atuação discreta e não conseguiu ultrapassar Kylian Mbappé como maior artilheiro da história da competição. O argentino encerrou o torneio com 21 gols, um a menos que os 22 do francês.

Com 19 finalizações ao longo da partida, a Espanha construiu um desempenho que refletiu a superioridade demonstrada desde o apito inicial. A expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar acabou sendo o detalhe que abriu caminho para o gol decisivo, mas o controle espanhol já era evidente muito antes.

FICHA TÉCNICA
Placar

Espanha 1 X 0 Argentina

Competição Copa do Mundo — final
Data 19 de julho de 2026, domingo
Horário 16h, de Brasília
Local MetLife Stadium, Nova Jersey, Estados Unidos
Público 80.663 torcedores
GOL E CARTÕES
Gol Ferrán Torres, aos 1 minuto do segundo tempo da prorrogação
Cartões amarelos Nenhum Lisandro Martínez, Paredes, Enzo Fernández, Lionel Scaloni e Mac Allister
Cartão vermelho Nenhum Enzo Fernández
ARBITRAGEM
Árbitro Slavko Vincic (ESL)
Assistentes Tomaz Klancnik (ESL) e Andraz Kovacic (ESL)
VAR Bastian Dankert (ALE)
ESCALAÇÕES

ESPANHA

ARGENTINA

SELEÇÕES Unai Simón; Pedro Porro, Cubarsí, Laporte (Eric García) e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Merino); Lamine Yamal, Álex Baena (Nico Williams) e Oyarzabal (Ferrán Torres). Dibu Martínez; Montiel (Molina), Cuti Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; Enzo Fernández, Mac Allister, De Paul (Simeone) e Messi; Nico González (Paredes) e Julián Álvarez (Senesi).
Técnicos Luis de la Fuente Lionel Scaloni

Fonte: Esportes

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