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Forças de segurança identificam mandantes de ataques em Paranatinga e criminosos serão transferidos

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As forças de segurança de Mato Grosso já identificaram os suspeitos de serem os mandantes dos ataques criminosos em Paranatinga, nesta terça-feira (28.1). Eles estão detidos no Centro Penitenciário do município e serão transferidos para uma área de isolamento.

A Secretaria de Estado de Segurança Pública reforçou o policiamento em Paranatinga com equipes do Bope, Rotam, Força Tática, GCCO e GOE, que já estão no município, para identificar os autores dos ataques e manter a segurança na cidade.

“Assim que tomamos conhecimento dos ataques em Paranatinga, mobilizamos força total para a identificação e prisão dos suspeitos. Já sabemos quem são os mandantes e pedimos a imediata transferência deles para a área de isolamento. Vamos trabalhar para que nenhum criminoso fique impune em Mato Grosso. É o compromisso do programa Tolerância Zero Contra as Facções, e nossas forças de segurança estão atuando com total empenho para garantir a tranquilidade da população”, afirmou o secretário de Segurança Pública, coronel César Roveri.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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