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Polícia Penal intensifica operação de revista e realiza apreensão de 40 celulares na Penitenciária Central do Estado

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A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), por meio da Polícia Penal, realizou, nesta sexta-feira (24.1), mais uma etapa do programa Tolerância Zero na Penitenciária Central do Estado (PCE). A operação resultou na apreensão de 40 celulares, 18 carregadores, 10 fones de ouvido e 27 cabos de conexão.

A operação contou com a participação de 130 policiais, sendo 100 penais e 30 militares. Entre as ações, as celas passaram por limpeza, os colchões de todos os detentos foram trocados, um total de 2.900, e também foram entregues outras 2.900 toalhas novas.

A ação foi realizada de forma estratégica, permitindo a identificação de objetos proibidos e reforçando a vigilância dentro da unidade prisional.

O programa Tolerância Zero tem como objetivo desarticular as atividades ilícitas comandadas por facções criminosas a partir das unidades prisionais e promover uma gestão penitenciária mais segura.

Além da apreensão de materiais proibidos, essas operações reforçam a disciplina, restringem a comunicação ilícita dos reeducandos com o ambiente externo e previnem crimes orquestrados de dentro dos presídios.

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De acordo com o titular da Sejus, secretário Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, a operação é um exemplo do compromisso com a segurança pública.

“Estamos empenhados em garantir que o sistema penitenciário não seja usado como base para o fortalecimento das facções criminosas. Essa apreensão reflete o trabalho incansável dos nossos policiais penais”, afirmou o secretário.

As ações do programa “Tolerância Zero” continuarão sendo realizadas em todas as unidades prisionais do Estado, com foco na manutenção da ordem, segurança e respeito à legislação.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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